Higienização e Desinfecção de ambientes: entenda as diferenças e saiba determinar qual é a melhor opção para você

Você reconhece a importância de higienizar e desinfetar sua residência ou empresa? Muitos problemas sanitários e econômicos podem ser evitados por meio dessas ações preventivas, impedindo a instalação de pragas e outros problemas posteriores. A busca por manter os ambientes devidamente limpos aumentou significativamente com a pandemia, visando assegurar e proteger a saúde das pessoas e evitando chances de transmissão, complicações de saúde ou mesmo hospitalizações.

Diante de um maior interesse nesse tipo de serviço, surgiu também a dúvida: afinal, o que difere a higienização da desinfecção de ambientes? Hoje, vamos responder essa e outras perguntas importantes para o contexto atual! Confira.

Para começar: entenda o processo de higienização

A higienização é o primeiro passo a ser feito antes de qualquer processo de desinfecção. Nada mais é do que as práticas básicas de limpeza, com produtos que contenham sabão ou detergente e que possam reduzir os germes presentes nas superfícies, bem como enfraquecer ou danificar algumas das partículas de possíveis vírus, o que diminui riscos de infecção. Felizmente, qualquer pessoa pode manter uma boa rotina de limpeza em sua própria casa.

Desinfecção de ambientes: o que é e para que serve?

A desinfecção de ambientes é uma opção de caráter preventivo, sendo um conjunto de medidas adotadas que visam eliminar os agentes nocivos causadores de doenças dentro de processos com condições higiênicas indispensáveis. Nesse caso, é utilizado um desinfetante a base de Perox, que apresenta 99,9% de eficiência.

É preciso muito cuidado e atenção para realizar a aplicação do produto. A importância de contar com um especialista nesse momento se dá pela necessidade de usar técnicas e equipamentos específicos, em busca da melhor eficiência possível no ambiente a ser tratado. As superfícies indispensáveis de tratamento são os componentes tocados por pessoas que venham a transitar naquele determinado local. Alguns exemplos: maçanetas, interruptores, corrimãos, mesas, cadeiras, componentes eletrônicos, etc.

Um detalhe importante é que a “nuvem” de produto da desinfecção pode vir a respingar, ocasionalmente, nas pessoas envolvidas. No entanto, dependendo da sensibilidade da pessoa, o que poderá a vir acontecer são apenas sintomas leves, como coceira ou irritação na pele, por exemplo.

“São necessários 10 minutos para a secagem, dependendo das condições do ambiente e clima, e logo após esse período já será possível o retorno das atividades no local. A eficiência desse serviço é de 72 horas”, explica Marcelo Ghisellini, técnico da empresa “Insetofim”.

Atenção!

Vale ressaltar: algumas pessoas pensam que o processo de desinfecção pode ser feito de forma simples, pelas próprias pessoas que trabalham no ambiente em questão. Porém, além da necessidade dos EPIs adequados, contar com um profissional faz toda a diferença no momento da dosagem e manuseio dos produtos, na qualidade e certificação dos compostos a serem utilizados e na precisão e eficiência dos equipamentos escolhidos, de acordo com as características de cada determinado ambiente.

O agrônomo alerta que a falta de conhecimentos pode ocasionar prejuízos, por exemplo, aos aparelhos eletrônicos do local, no momento da aplicação. “Esse cuidado também diminui as chances de que as pessoas que transitam pelo local da aplicação sejam impactadas de formas negativas”, pontua Marcelo.

Ao contratar uma empresa de desinfecção de ambientes, esteja atento se a mesma é certificada na APRAG (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas), se possui experiência no mercado e se conta com profissionais competentes para a realização dos procedimentos.

Pensando nisso, a Jacto lançou uma nova linha de equipamentos!

Temos uma grande novidade! Criamos uma nova linha de pulverizadores, voltada para a aplicação em áreas urbanas, que pode ser utilizada para realizar desinfecção de ambientes, desinsetização, controle de pragas e para solventes minerais e vegetais, além de permitir também a utilização comum para a agricultura.

“A ideia surgiu quando percebemos que alguns clientes estavam utilizando pulverizadores, que foram desenvolvidos para uso agrícola, no segmento Urbano, o que acarretava ataques químicos nas vedações desses equipamentos (devido aos produtos utilizados), ocasionando perda de desempenho e, até mesmo, perda da garantia por uso irregular”, comenta Álvaro Zanghettin, especialista de produtos de pulverização da Unidade de Equipamentos Portáteis da Jacto.

Na Linha Urbana da Jacto contamos com equipamentos que apresentam vedações e mangueiras especiais, com alta resistência química para a aplicação de produtos agressivos.

Os pulverizadores PJ-16U e PJB-16U vêm equipados com um kit especiais de bicos hidráulicos, que garantem gotas finas. O bico JEF-8001, por exemplo, traz uma cobertura muito boa, servindo tanto para controle de pragas quanto para a desinfecção de ambientes. Dentro do portfólio da Jacto, essa é a opção com menor vazão e menor tamanho de gota, garantindo uma pulverização com muita eficiência!

A alta qualidade e confiabilidade dos produtos Jacto você já conhece, agora é só apostar nesses lançamentos e se surpreender com a nossa Linha Urbana!

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