controle de praga em pastagem

Controle de pragas em pastagem: qual é o papel da tecnologia?

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Quem já lidou com pragas na lavoura sabe que o problema não pode ser ignorado. O que poderia ser solucionado em pouco tempo acaba impactando toda a plantação se não for tratado corretamente na hora certa — e o prejuízo financeiro pode ser enorme. Mas, afinal, como a tecnologia pode ajudar no controle de praga em pastagem?

Neste artigo especial sobre o tema, mostraremos os perigos de ignorar essa questão e os caminhos para solucionar o problema com eficiência. Além disso, explicaremos o papel da tecnologia nesse processo e qual a máquina ideal para ter bons resultados. Confira!

Quais são os perigos de não realizar o controle de pragas em pastagem?

Quando o controle não é eficaz, um primeiro impacto notado é o comprometimento da longevidade e da qualidade das pastagens. Logo, a produtividade de toda a fazenda pode ser afetada. Pragas como cigarrinhas de pastagem, por exemplo, podem fazer o pasto definhar por queda da qualidade nutricional.

O ponto é que essa praga pode ser identificada precocemente e tratada. Para isso, é preciso ter em mãos o produto, a técnica e os equipamentos adequados. Como mostraremos mais à frente no artigo, não há segredo — é preciso estabelecer uma boa rotina de controle de pragas.

Outro vilão da pastagem são as plantas daninhas, agentes nocivos de maior importância nesse contexto. Áreas que até pouco tempo eram fonte de alimento para rebanhos podem ser degradadas a ponto de se tornarem totalmente impróprias para essa finalidade. Graças à sua alta capacidade de adaptação, as plantas daninhas ganham espaço e sufocam as pastagens; são espécies muito competitivas.

Em ambos os casos, o uso da estratégia errada, ou a falta dela, para o controle das pragas na pastagem, podem levar a um custo mais alto para solucionar o problema. Quando a questão é tratada de maneira preventiva, a produtividade da fazenda se mantém elevada, as colheitas são feitas no tempo certo e o produto final tem mais chances de atingir as expectativas de quantidade e qualidade.

Vejamos, então, como a tecnologia ajuda nesse processo.

Como a tecnologia de aplicação colabora com o controle de pragas?

A tecnologia de aplicação tem como principal objetivo colocar o produto biologicamente ativo no alvo, de forma econômica e com o mínimo de contaminação ambiental e de organismos não-alvo. Para isso, é preciso considerar diversos pontos importantes no manejo de cada alvo.

Um fator essencial é a identificação detalhada do cenário em questão:

  • se é uma planta daninha ou outra praga;
  • em qual fase ela se encontra;
  • qual a melhor técnica a ser adotada;
  • qual o produto ideal a ser utilizado;
  • qual a dose necessária etc.

A contribuição de uma boa tecnologia está justamente em realizar esse processo otimizando o uso dos recursos — ou seja, gastando o mínimo possível de insumos e evitando contaminações. Em última instância, o manejo de excelência é aquele que garante as melhores condições possíveis para a pastagem, possibilitando o aumento da produção na mesma área.

Um ponto importante para alcançar esse objetivo é aumentar a precisão da pulverização, para que as perdas causadas pelo não atingimento do alvo sejam menores. Quando isso é feito, os impactos ambientais são menores e a produtividade da fazenda é maior.

Para isso, o pulverizador precisa ser ajustado para aquela situação específica. Os parâmetros envolvem a velocidade da aplicação, o volume de calda por hectare, a faixa de aplicação, a pressão utilizada no sistema de pulverização, o tamanho das gotas etc. O modelo e a vazão de cada bico é definido a partir desses critérios.

Para o caso específico das plantas daninhas, algumas tecnologias inovadoras estão sendo desenvolvidas. Algumas delas envolvem a identificação das áreas específicas nas quais a praga é encontrada, possibilitando a aplicação local, em vez de dispersar o herbicida por toda a plantação.

Qual máquina utilizar para obter essas vantagens?

Fabiano Griesang é Especialista de Produtos na Jacto e Doutor em Agronomia pelo Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal da Unesp de Jaboticabal. Sua expertise em tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários o torna uma referência no assunto — e sua sugestão é justamente contar com equipamentos confiáveis e eficientes.

Segundo ele, atualmente “algumas das áreas destinadas às pastagens apresentam superfície do solo bem irregular, devido aos caminhos produzidos pelo pisoteio do rebanho, além da presença de pedras e cupinzeiros. Outros desafios são a presença de arbustos, cercas e moirões que dificultam a aplicação com pulverizadores de barras”. Para esses casos, ele sugere o BC 610 PEC e o Coral PEC, “que tem o alcance de até 10 metros de faixa de aplicação, sem a presença da barra física que possa colidir em obstáculos”.

Em terrenos abertos e com solo mais uniforme, como aqueles que estão sendo introduzidos para o sistema de integração com culturas anuais, Fabiano explica que os pulverizadores de barras também apresentam boa eficiência. Segundo ele, as referências são “os tratorizados da linha Condor, fixos ao sistema de três pontos do trator, que apresentam elevada praticidade para manobras, e os modelos de arrasto Advance e Coral, que apresentam maior capacidade de calda e demandam de menos paradas para reabastecimentos”.

Por fim, ele aponta que é possível fazer um bom controle de pragas em pastagens presentes em áreas mais amplas com os autopropelidos Uniport. Trata-se de uma ampla linha de equipamentos prontos para atender às diferentes demandas do agricultor.

Eles se destacam pelo excelente desempenho nos mais variados tipos de terrenos, com um ótimo rendimento operacional e um baixo índice de amassamento do solo. Somado a isso, a linha Uniport conta com uma grande variedade de bicos de pulverização para dar conta dos requisitos de cada tipo de aplicação.

São diferenciais que justificam a posição de destaque da Jacto nesse mercado. Com o que há de melhor em tecnologia para o agricultor, a empresa já ultrapassa os 73 anos de história fornecendo a infraestrutura necessária para impulsionar o agronegócio em mais de 100 países.

Como você pôde ver, o controle de pragas em pastagem depende de uma boa combinação de tecnologia, metodologia e produtos adequados. Por isso, não deixe de contar com equipamentos confiáveis, fornecidos por quem realmente entende do assunto. Em pouco tempo, você passa a gerenciar esse risco com mais eficiência, evitando problemas e aumentando a produtividade no campo!

Quer mais detalhes sobre como esse maquinário pode funcionar no contexto específico da sua plantação? Então, entre em contato com a Jacto e fale com quem é referência no assunto!

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