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DNA inovador: conheça a história e os valores da Jacto

Quando pegou um trem em São Paulo e desceu em sua última estação, o Sr. Shunji Nishimura carregava consigo a vontade de inovar e tornar-se parceiro dos agricultores de Pompeia. Assim surgiu a Jacto, e em 72 anos de atividades, seu trabalho foi se difundindo para mais de 100 países, tornando-se parceira do agronegócio mundial.

Tendo a inovação como sua característica original, a empresa representa hoje um grande nome de apoio para o trabalho dos agricultores de todos os tamanhos e cultivos. Sendo capaz de oferecer soluções que integram tecnologia à sustentabilidade, a Jacto também oferece as mais modernas máquinas agrícolas e busca sempre estar ao lado do agricultor, que hoje pode acessar serviços, produtos, treinamentos, tirar dúvidas e solicitar manutenções com um clique.

O sucesso das soluções oferecidas hoje pela Jacto está diretamente ligado à transformação que a empresa vive e viveu ao longo dos anos. Vale a pena conhecer!

Fundação da Jacto: de uma placa que anunciava consertos à tecnologia de sucesso nas lavouras

O ano de 1939 marca o início da história da Jacto quando o imigrante japonês, Sr. Shunji Nishimura, decide estabelecer-se na cidade de Pompeia (SP) com sua família.

Ali, o técnico em mecânica (sua formação inicial), com experiência em serviços gerais, oficina e em fazendas de cafés, fincou uma placa que dizia “conserta-se tudo”. O potencial daquela ideia, no entanto, foi-se percebendo ao longo do tempo. Tudo era possível!

De fato, ali consertava-se de tudo: de bacia para lavar roupas, baldes e canecos até máquinas agrícolas. Nessa oficina doméstica o DNA inovador promovia uma gestação, não de 9 meses, mas de 9 anos.

Como era muito procurado para consertos e manutenções em máquinas agrícolas (polvilhadeiras de defensivos), Sr. Shunji desenvolveu um modelo melhor e de mais fácil uso. Desta forma surgiu a primeira polvilhadeira criada no Brasil e o primogênito com a marca: era 1948 e nascia a Jacto. Muitos anos mais tarde viria a primeira colhedora de café do mundo.

Inovações em sequência

A primeira colhedora de café, que recebeu o nome de K-3, desenvolvida no Brasil, foi reconhecida como um marco da mecanização da cultura cafeeira em todo o planeta. A partir daí, criou-se o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Jacto, surgido na década de 1970.

Em 1989, uma inovação foi apresentada ao mercado: o pulverizador automotriz Uniport. O equipamento inaugurou um novo conceito tecnológico para o segmento e hoje dá nome a uma família de máquinas especializadas para a pulverização e adubação.

Isso possibilitou manter-se um único equipamento para a função. Além disso, habilitou o trabalho com velocidades maiores, oferecendo ganho em quantidade de área tratada. Ainda garantiu o conforto aos operadores das máquinas, com maior proteção nas cabines e comandos mais próximos.

Uma das últimas evoluções da família Uniport, o EletroVortex, embarcada no Pulverizador Uniport 3030, foi recém-apresentada ao mercado. Sua vantagem é uma combinação em um mesmo equipamento, de duas importantes técnicas: o uso do carregamento eletrostático para as gotas e a utilização de assistência de ar Vortex, que cria uma corrente de ar vertical na barra, com melhor direcionamento da pulverização até as plantas.

A Jacto também apresenta uma contribuição importante nas iniciativas e projetos pioneiros de Agricultura de Precisão no Brasil. Em 1997, em uma fase embrionária de atuação, a empresa começou a utilizar de tecnologia dos EUA, como barra de luzes e GPS.

Em 1999, a empresa foi a pioneira na demonstração desses equipamentos no Brasil, em apresentação na tradicional feira Agrishow, em Ribeirão Preto (SP) e em 2004, quando lançou uma versão de piloto automático, realizando a venda de um equipamento com tecnologia embarcada.

O ano de 2010 foi marcado para a empresa e a agricultura com a criação da marca Otmis, uma linha de produtos da Jacto para agricultura de precisão. A Jacto passa a ser também desenvolvedora de produtos desse segmento.

E inseridos nesse ambiente digital, a empresa expandiu sua experiência para atendimento ao cliente, lançando em maio de 2020 o Jacto Connect, o Ecossistema Digital da Jacto, um conjunto de soluções integradas em um único aplicativo que têm por objetivo deixar simples o acesso dos clientes a todos os serviços da Jacto, de ponta a ponta, com contato único.

Entre as novidades que estão chegando, em breve, os produtores rurais poderão também contar também com veículos autônomos trabalhando nas fazendas, que elimina a necessidade de operadores pilotando as máquinas. Esse profissional pode ser mais especializado e comandar várias máquinas ao mesmo tempo de um centro de controle computadorizado, estando ou não na fazenda.

A inovação não ficou apenas em grandes maquinários. Equipamentos menores, que podem ser acessíveis aos pequenos produtores rurais também são ponto de atenção da Jacto nos serviços e materiais que oferece. É o caso, por exemplo, do pulverizador e dosador costal Jacto DJB-20S movido à bateria e que é totalmente programável e controlado a partir de um aplicativo em celular.

Uma gestão cuidadosa e profissional

De uma gestão familiar e cuidadosa, a Jacto foi se transformando numa grande empresa, agregando gestores renomados e inovadores.

Em setembro de 2007, tem-se a chegada do executivo Martin Mundstock, que passa a responder como diretor-presidente. Os filhos do Sr. Nishimura, que até então contribuíam diretamente na diretoria, passam todos a compor o conselho, enquanto o fundador dedica sua energia e criatividade à Fundação Shunji Nishimura.

Em janeiro de 2014, Martin Mundstock transfere seu cargo para o atual diretor-presidente, Fernando Gonçalves Neto, alguém que há anos (desde 1996) colabora com a Jacto investindo em inovação e conhecimento. 

O processo de transição entre executivos representou grandes ganhos em experiência e avanços para a empresa, sendo fundamental para a continuidade e crescimento da empresa. A Jacto inovava, mais uma vez, ao focar no potencial da família fundadora como conselheira de executivos que trariam novas possibilidades para os negócios.

Executivos e família continuam o trabalho árduo e em conjunto no comando do Grupo. Tanto que, em maio de 2019, a terceira geração — os netos do Sr. Nishimura —, assumem as cadeiras de seus pais no Conselho de Administração, iniciando um novo capítulo na história da empresa.

Filosofia empresarial: servir ao agricultor 

A filosofia empresarial da Jacto se baseia no propósito maior da empresa: “Servir ao agricultor com as melhores tecnologias de mecanização, informações e serviços, contribuindo para sua nobre missão”.

A busca pela excelência, o compromisso de jamais abandonar o agricultor à própria sorte e o permanente espírito de inovação sempre nortearam as ações da Jacto. Esse DNA inovador, na verdade impregna os projetos da empresa. Assim, a Jacto inova:

  • nos produtos, para atender a propriedades de qualquer tamanho;
  • nos serviços, para atender aos ecossistemas agrícolas;
  • na gestão da empresa, com a profissionalização ocupando a sucessão familiar.

O conjunto de sua missão, visão de futuro e valores dão o tom final da filosofia Jacto, em outras palavras, “o jeito Jacto de ser”.

Missão, visão e valores da Jacto

A missão da Jacto, antes referida como o propósito maior por trás de sua filosofia empresarial se completa com os valores da empresa, que podem ser explanados como se segue.

  • Com Jacto, cliente feliz: qualidade no atendimento;
  • Ninguém cresce sozinho: valorização dos colaboradores e parceiros;
  • Desenvolver a nossa gente evitando tirar de outras empresas: oportunidades internas;
  • Trabalhar duro como forma de prosperar: trabalho como caminho para o sucesso;
  • Honrar os compromissos: acreditar nas pessoas;
  • Evitar dívidas: autofinanciamento para o crescimento;
  • Três “virtudedades”: humildade, honestidade e simplicidade: sustentação dos relacionamentos;
  • Espírito inovador: DNA da Jacto;
  • Responsabilidade socioambiental: corresponsabilidade pela comunidade;
  • Felicidade em compartilhar: divisão de resultados com os colaboradores.

Responsabilidade social e ambiental da empresa

As responsabilidades sociais e ambientais da Jacto são efetivamente levadas a sério e se consolidam em duas principais frentes: a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e a Certificação ISO 14001.

Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia

Criada no ano de 1979 pelo fundador da empresa, à época já com 70 anos de idade, a fundação implantou diversas escolas. Assim, foram criados os seguintes estabelecimentos educativos e de formação profissionalizante:

  • Escola Técnica Agrícola de Pompeia: para filhos de agricultores locais;
  • Colégio Shunji Nishimura: para o ensino infantil e fundamental;
  • Escola SENAI Shunji Nishimura: a partir da Escola Profissionalizante Chieko Nishimura;
  • Faculdade de Tecnologia (FATEC): com o primeiro curso no país de Mecanização em Agricultura de Precisão e Big Data no Agronegócio.

Certificados e prêmios recebidos

Uma empresa moderna, com valores tão elevados e que desenvolve tecnologia para o agronegócio certamente seria reconhecida por isso. É o que mostram os prêmios e certificados recebidos, entre outros:

  • Prêmio Produz Brasil — 2014, Melhor em Responsabilidade Social;
  • Melhor Empresa do Agronegócio — 2015, Categoria Tratores e Máquinas;
  • Melhor Empresa do Agronegócio — 2016, Categoria Máquinas Agrícolas;
  • Troféu Brasil Expodireto — 2019.

Certificação ISO 14001

Conquistada no ano de 2013, a certificação ISO 14001 é um dos maiores atestados internacionais de que a produção da Jacto se faz dentro dos padrões de sustentabilidade e de respeito ao meio ambiente. As auditorias subsequentes reiteradamente permanecem aprovando a manutenção da certificação.

Em especial, se destaca o cuidado com o maior bem ambiental que afeta a todos: a água. Na Jacto, toda a água utilizada nos processos de produção é tratada em estações da própria empresa e passa por análises de qualidade antes de seu retorno à natureza.

O trevo como símbolo de reinvenção

Quando eventos naturais ou guerras arrasavam os campos agrícolas no Japão, as primeiras plantas a ressurgirem eram os trevos.

Sendo o trevo uma planta tradicionalmente observada nos países asiáticos por sua capacidade de regeneração e se recriarem, há mais de cinco séculos a família Nishimura adotou-o como seu brasão, lembrando que os momentos difíceis podem ser superados. Com isso, adotando os mesmos princípios, a Jacto também assumiu o trevo como seu símbolo e segue levando a inovação e a capacidade de se recriar para o campo. “Conserta-se tudo”, lemba?

Como se viu, o DNA inovador da Jacto vem construindo há mais de 70 anos o que há de melhor em maquinário agrícola e oferece uma história de valores, criatividade e iniciativas que constituem exemplo e orgulho para o agronegócio.

Do futuro dessa história, você também pode fazer parte! Entre em contato conosco, para conhecer todas as portas que a Jacto abre no campo.

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