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plantas tigueras

3 técnicas para o manejo de plantas tigueras

Embora possam parecer inofensivas, as plantas tigueras são uma verdadeira dor de cabeça para os agricultores. Isso porque a sua presença está associada ao surgimento de pragas e doenças. Somado a isso, o manejo das tigueras tem um custo elevado e impacta na rotina do produtor.

Pensando em tal questão, elaboramos este artigo especial sobre o assunto. Nele, você vai entender como lidar com as plantas tigueras. Iniciaremos explicando o que são essas plantas e qual é a importância do manejo adequado. Ao final, apresentamos dicas práticas de como realizar um manejo eficiente com custos mais baixos. Confira!

O que são plantas tigueras? 

Plantas tigueras são culturas que persistem no campo depois da safra. Elas competem com a cultura sucessora, causando problemas para os produtores rurais.

No Brasil, é comum o plantio sucessivo de diferentes culturas, ou seja, primeiro se planta a soja e, depois da sua colheita, inicia-se o plantio do milho, trigo ou algodão.

Durante a colheita, os grãos caem no solo e podem germinar durante o ciclo da cultura seguinte. Essas plantas que germinam fora da época de plantio são chamadas de tigueras.

Um dos grandes desafios relacionados a elas é que, a cada ano, as plantas tigueras estão mais resistentes, em razão das modificações genéticas que vêm sofrendo, o que dificulta o manejo.

Vamos pensar em um exemplo prático? Imagine que você plantou soja e está acompanhando o desenvolvimento. No entanto, junto com a soja, começam a surgir espontaneamente mudas de milho, que foi plantado e colhido na safra anterior.

Esse milho que surge espontaneamente é chamado de planta tiguera e pode reduzir em até 50% a produtividade na sua cultura de soja. Isso sem falar no surgimento de doenças e outros problemas que podem afetar os resultados do seu ciclo de plantio de soja.

Qual é a importância do manejo correto de plantas tigueras? 

Dito isso, fica fácil entender porque é importante adotar um manejo adequado das plantas tigueras. Como muitas regiões do país adotam um sistema de produção que engloba a soja, o milho e o algodão, a presença das tigueras pode impactar negativamente na produção.

O seu manejo adequado contribuiu para garantir melhores resultados em termos de produtividade na plantação e colheita. Boas práticas minimizam as perdas, além de evitarem o surgimento de insetos-praga e micro-organismos causadores de doenças.

Quais são os perigos dessas plantas? 

Além dos já mencionados problemas envolvendo a redução da produtividade da lavoura, a planta tiguera pode causar vários outros transtornos para o produtor rural, tais como:

  • dificulta o processo de colheita;
  • aumenta a vulnerabilidade da plantação com relação à infestação de fungos e pragas;
  • gera prejuízos econômicos em face da redução da rentabilidade da lavoura;
  • dependendo da espécie invasora e do cultivo invadido, o investimento financeiro para controle do problema pode ser muito alto; e,
  • plantas tigueras contribuem para facilitar a contaminação de toda a produção, em razão das doenças que atingem a tiguera.

Perceba que o impacto das plantas tigueras pode ser significativo, principalmente se o agricultor não tiver os cuidados básicos de manejo da situação. Com pequenas mudanças nas operações, é possível minimizar a ocorrência do problema. A seguir, falamos mais sobre isso!

Como fazer o manejo de plantas tigueras? 

Adotando alguns cuidados e boas práticas de manejo, é possível minimizar o impacto negativo causado pelas tigueras. A seguir, apresentamos 3 dicas que vão ajudar você no manejo.

1. Realizar uma colheita eficiente 

A perda de grãos durante uma colheita é o principal fator que leva ao surgimento das tigueras. Por isso, a primeira ação que deve ser tomada pelo agricultor é focar na realização de uma colheita eficiente, reduzindo ao máximo o percentual de perda de grãos.

Somado a isso, fazer o monitoramento da lavoura, principalmente nas primeiras fases do plantio, pode ajudar a evitar o surgimento das tigueras, já que o agricultor pode aplicar métodos de controle que impeçam o seu surgimento.

Seguir as recomendações de boas práticas relacionadas à aplicação dos herbicidas também traz benefícios para o manejo das tigueras.

2. Rotacionar culturas

A rotação de culturas é feita por meio da alternância de cultivos. De forma ordenada, ela permite conservar o solo e controlar as pragas e doenças na lavoura por meio do revezamento de cultivos em uma área por determinados períodos.

O produtor pode planejar o rotacionamento de acordo com as culturas e a área disponível, visando minimizar o surgimento de tigueras sem afetar a produtividade. Trata-se de uma prática de gestão de produção que contribui não só para a redução das tigueras, mas também para o melhor aproveitamento do solo e aumento da produtividade.

3. Priorizar o controle do milho

Os agricultores que adotam um sistema de produção no qual a soja é seguida do milho podem enfrentar grandes desafios no controle da presença do milho durante o cultivo da soja.

O milho é uma planta competitiva e pode diminuir consideravelmente a produtividade da soja. Por isso, a recomendação é que os agricultores que adotam esse sistema de produção utilizem herbicidas e produtos específicos antes da semeadura da soja ou logo após a emergência, momentos em que as plantas do milho ainda são pequenas.

Um engenheiro agrônomo poderá orientar com relação ao melhor produto que deve ser aplicado, bem quanto ao momento e à forma de aplicação. Alguns produtos impedem o crescimento da planta tiguera, evitando, assim, maiores danos para a produção.

Adotando boas práticas de colheita e realizando um controle eficiente do cultivo, é possível minimizar o impacto das plantas tigueras na sua produção. Com o suporte de um profissional especializado, é possível avaliar melhor as características do solo, os eventuais riscos e os melhores produtos e mecanismos de mitigação de danos durante semeadura, desenvolvimento e colheita das culturas.

Muito mais fácil do que realizar o controle da planta tiguera, o manejo adequado da lavoura faz toda a diferença. Com isso, o agricultor consegue evitar prejuízos na sua produtividade e reduzir os seus custos de produção.

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