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Entenda o que é proteína de soja orgânica não transgênica

A soja é um dos grãos mais versáteis e amplamente cultivados no mundo, e o Brasil se destaca como um dos maiores produtores globais. Pelo menos seis países concentram 90% da produção mundial de soja, e a produção brasileira lidera esse ranking com 43%, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Com a crescente demanda por produtos orgânicos e não transgênicos, a proteína da soja orgânica não transgênica ganha espaço no mercado nacional e internacional.

Ao ler este post, você vai conferir mais detalhes sobre essa importante cultura agrícola e as implicações para os produtores, para os consumidores e para o mercado como um todo. Continue a leitura!

O que é proteína de soja orgânica não transgênica?

A soja transgênica, também conhecida como soja GM (geneticamente modificada), é o resultado da inserção de genes de outros organismos em seu DNA. A técnica inovadora permite que a planta adquira novas características, como resistência a defensivos, pragas e doenças específicas, bem como tolerância a condições adversas.

Por outro lado, a proteína da soja orgânica não transgênica não passou por esse processo. Trata-se de um produto da soja cultivado sem o uso de defensivos agrícolas sintéticos ou organismos geneticamente modificados (OGMs).

Note, no entanto, que diferentes técnicas de engenharia genética, como inserção, remoção ou alteração de genes específicos, podem produzir variedades de soja com características desejáveis. Nesses casos, não houve a transferência de um gene de outra espécie para a soja.

A prática garante um produto mais natural e livre de resíduos químicos, além de contribuir para a preservação do meio ambiente e da biodiversidade. É uma fonte rica de proteína e altamente valorizada por sua pureza e por sua qualidade.

Segundo dados da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), a soja não transgênica representava apenas cerca de 2% da área plantada no Brasil em 2021/22. Esse número reflete uma preferência histórica pela soja transgênica.

Entretanto, a soja orgânica não transgênica apresenta vantagens significativas, principalmente no que diz respeito à sustentabilidade das operações agrícolas. Vamos falar mais sobre esses benefícios agora!

Quais são as vantagens da soja não transgênica?

Como vimos, a soja não transgênica tem a vantagem de ser livre de modificações genéticas, o que é preferido por alguns consumidores. Por outro lado, a soja transgênica pode ter características melhoradas, como resistência a pragas.

Assim, a escolha entre a soja não transgênica e a transgênica vai além da procedência. É importante conhecer os benefícios e as desvantagens de cada tipo.

Preservação da biodiversidade

O cultivo da soja não transgênica contribui para a manutenção da biodiversidade ao evitar a contaminação genética de outras plantas e organismos. Isso garante um equilíbrio ecológico mais saudável e protege a riqueza natural do solo.

Redução do impacto ambiental

A produção da soja não transgênica utiliza práticas agrícolas mais sustentáveis, como rotação de culturas e adubação natural. As medidas diminuem o uso de defensivos e fertilizantes sintéticos, protegendo a qualidade da água, do solo e do ar.

Fortalecimento da agricultura familiar

O cultivo da soja não transgênica é mais acessível para pequenos agricultores, que não precisam investir em sementes caras e em tecnologias complexas. Isso fortalece a agricultura familiar e contribui para o desenvolvimento local.

Promoção da economia local

A produção e o consumo da soja não transgênica impulsionam a economia local, gerando renda e emprego para as comunidades rurais. O cenário fortalece o desenvolvimento regional e contribui para a prosperidade das cidades e das vilas.

Disponibilização de uma opção para consumidores conscientes

A soja não transgênica atende à crescente demanda por produtos naturais, saudáveis e sustentáveis, oferecendo uma alternativa consciente para consumidores que buscam um estilo de vida mais responsável.

E quanto à soja transgênica?

A soja transgênica é um tipo de grão que tem a sua genética modificada por meio de técnicas da biotecnologia. Esse trabalho, como já mencionamos, visa a melhorar a tolerância da planta contra certos defensivos, aplicados para eliminar ervas daninhas.

Por esse motivo, ela traz vantagens que representam desafios para as variedades não transgênicas, como:

  • controle de plantas daninhas — permite o uso de defensivos sem afetar a cultura, tornando o controle de ervas daninhas mais eficiente;
  • redução de custos — com a resistência ao glifosato, os agricultores economizam em defensivos e em mão de obra para o controle de plantas invasoras;
  • maior rendimento da safra — a maior produtividade e a grande resistência da soja transgênica contribuem para a sustentabilidade agrícola, permitindo o aumento do rendimento nas colheitas e um uso mais eficiente dos recursos.

Tendo em vista essas vantagens, diversas pesquisas têm buscado produzir variedades que tentam equilibrar os benefícios e as desvantagens, conforme veremos a seguir.

Quais são as variedades de soja não transgênica?

Com o avanço da engenharia genética, novas variedades são criadas, gerando grãos com um maior potencial de crescimento, de resistência e de produtividade, e um menor tempo de cultivo — o que ajuda a lidar com atrasos no plantio.

Existem diferentes opções de soja não transgênica disponíveis para os agricultores. Cada uma tem as suas próprias características, como resistência a doenças e rendimento de grãos. Confira algumas delas:

  • ANSC 70250 — ciclo completo de cultivo entre 90 e 125 dias;
  • TMG 4377 — maior peso e maior potencial produtivo;
  • BRS 511 — maior resistência genética à ferrugem-asiática da soja;
  • BRS 517 — maior estabilidade de produção;
  • BRS 519 — maior produtividade;
  • BRS 533 — produção precoce, aproveitando as melhores épocas para plantar;
  • BRS 546 — viabilização da semeadura antecipadamente, apresentando uma maior capacidade de produção.

Como pode ser feito o cultivo da soja orgânica não transgênica?

Uma vez que não são usados defensivos agrícolas, é necessário adotar algumas práticas que combatem e previnem pragas na lavoura. Essas ações incluem:

  • rotação de culturas — essa técnica consiste em alternar o cultivo de diferentes tipos de plantas em um mesmo terreno ao longo do tempo, proporcionando diversos benefícios para o solo e para as culturas subsequentes. A medida evita o esgotamento do solo e a proliferação de pragas e de doenças;
  • adubação natural — envolve a utilização de materiais orgânicos de origem vegetal ou animal para fornecer nutrientes essenciais para as plantas, promovendo o crescimento saudável e vigoroso da cultura;
  • controle biológico de pragas — emprega inimigos naturais para combater pragas e doenças.

Quais são os custos do cultivo da soja orgânica não transgênica?

Embora o custo inicial do cultivo da soja orgânica não transgênica possa ser maior, os benefícios a longo prazo, como a melhoria da saúde do solo e a demanda do mercado, podem compensá-los. Veja!

Controle de pragas e de doenças

A soja não transgênica pode exigir um manejo mais intensivo de pragas e de doenças, o que pode aumentar os custos com medidas de controle. Esse cultivo não é imune ao uso de defensivos. Ou seja, assim como outras culturas, ela pode ser afetada por pragas, doenças e ervas daninhas.

No entanto, a quantidade e o tipo de produtos utilizados na soja não transgênica podem variar. Alguns agricultores optam por métodos mais naturais e menos dependentes de defensivos. Além disso, existem projetos de sementes não transgênicas que buscam produzir variedades mais resistentes a pragas e doenças específicas.

Um exemplo prático no Brasil foi um projeto envolvendo a variedade BRS 511, resistente à ferrugem-asiática da soja. Essa cultivar foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que promove o cultivo de soja não transgênica em assentamentos da Reforma Agrária.

Nesse projeto, foram plantados 29 hectares de soja não transgênica na primeira safra, resultando em 1.400 sacas colhidas. Essas sementes não transgênicas permitem que as famílias camponesas evitem o uso de fertilizantes e defensivos, contribuindo para um sistema agrícola mais sustentável.

Outra estratégia é o uso de insumos biológicos, que são empregados para controlar pragas e doenças de forma também mais sustentável. Eles oferecem uma alternativa ao uso de sintéticos, contribuindo para a saúde do ecossistema agrícola.

Controle de plantas daninhas

O controle de plantas daninhas pode ser mais desafiador na soja não transgênica, o que tende a levar a um aumento nos custos com defensivos ou com a mão de obra para a capina manual. Já as variedades transgênicas, em alguns casos, podem ser tolerantes a defensivos específicos, facilitando o controle de plantas daninhas e reduzindo os custos.

Adubação

As necessidades nutricionais da soja não transgênica podem ser diferentes das necessidades da soja transgênica, o que pode exigir ajustes na adubação e gerar custos adicionais. Como visto, a proteína da soja orgânica não transgênica, sem dúvida, é um produto bastante vantajoso, especialmente em um crescente mercado que anseia por itens mais naturais.

De acordo com a pesquisa “Panorama do Consumo de Orgânicos no Brasil 2023”, realizada pelo Instituto Organis, houve um crescimento de 16% no consumo de alimentos orgânicos no Brasil nos últimos dois anos. A tendência reflete uma mudança nos hábitos de consumo dos brasileiros, que estão buscando opções mais saudáveis e naturais.

Portanto, para se adaptar a esse novo cenário cada vez mais presente, é preciso investir em variedades orgânicas, que atendem a esse público ainda mais exigente. Então, a proteína da soja orgânica não transgênica ganha um espaço crescente no mercado nacional, abrindo uma larga oportunidade para a expansão dos negócios de produtores de diferentes portes.

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