Acheter generique lexapro escitalopram des prix avantageux dans une pharmacie en ligne sans ordonnance Acheter celexa citalopram livraison gratuite d une pharmacie en ligne fiable Acheter Atarax (Hydroxyzine) de France M├ędicaments en ligne Acheter Cialis Professional 100 mg ED Pharmacy en ligne Acheter Cialis Super Active 20 mg en ligne

Forjando o Futuro: a jornada e impacto da Indústria de Fundição no Brasil

A indústria de fundição é reconhecida como um setor fundamental e necessário para a economia mundial. Sua habilidade em fornecer peças e componentes cruciais, criar oportunidades de emprego, impulsionar a inovação e promover a sustentabilidade a torna uma base significativa para o avanço econômico e tecnológico.

Nesse cenário, o Brasil está entre os principais produtores globais de produtos fundidos, posicionando-se entre os 10 maiores mercados. As condições favoráveis no país são, principalmente, devido aos custos competitivos relacionados à energia elétrica, matéria-prima e mão de obra.

Para elucidar os pontos cruciais desse setor, você conhecerá desde a história até a competitividade da indústria brasileira de fundição, além dos desafios e perspectivas para o futuro. Boa leitura!

Introdução à indústria de fundição no Brasil

Marcada pelas modestas casas de fundição de ouro, a trajetória da indústria de fundição teve seu início durante o período colonial português, com a utilização de instrumentos simples. Hoje, cerca de mil fundições no país geram uma produção anual de 2,9 milhões de toneladas.

No Brasil, a primeira casa de fundição teve sua origem por volta de 1580. Localizada em São Paulo, ela se dedicava à fusão do ouro extraído das minas do Jaraguá e região. Ao longo do século XVIII, outras casas foram estabelecidas em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia.

A fundição de ferro começou a ser realizada a partir do século XVII. A crescente demanda por ferrovias e portos impulsionou significativamente as operações das fundições, resultando em oficinas metalúrgicas altamente equipadas nos pátios de reparo de companhias ferroviárias e estaleiros.

Posteriormente, com o advento da indústria automobilística e a construção de Brasília, o mercado de fundição presenciou uma revitalização, desempenhando uma função crucial no progresso da indústria nacional.

Atualmente, o Brasil abriga mais de 1.350 organizações especializadas em fundição. Essas empresas contribuem para o emprego de mais de 64 mil profissionais. Os estados mais proeminentes nesse setor incluem São Paulo, com 35%, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina, ambos com participação de 25%.

A fundição como base da indústria brasileira

A indústria de fundição é notavelmente diversificada e desempenha um papel crucial na economia, uma vez que os produtos fundidos de ferro, aço e alumínio têm ampla aplicação — especialmente no mercado de automóveis.

De acordo com os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), as projeções para 2023 foram de um total de 2,29 milhões de emplacamentos, registrando um crescimento de 8,8% no setor automobilístico em relação a 2022, superando a estimativa inicial de 6% feita pela entidade.

Ainda segundo a associação, a projeção até o fim de 2024 é de um crescimento de 6,1% nos emplacamentos (com expectativa de 2.450 mil unidades), 6,2% na produção (2.470 mil unidades) e 0,7% nas exportações (407 mil unidades) e será peça-chave na expansão da indústria de fundição.

Afinal, globalmente, o setor automobilístico é o principal consumidor desse nicho, pois corresponde a aproximadamente 40% das vendas. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos e no Japão, esse percentual é, respectivamente, de 31% e 50%.

No contexto brasileiro, a indústria automotiva representa 58% das vendas totais de fundidos e alcança 75% quando se considera exclusivamente as vendas de fundidos em alumínio.

Impacto no PIB nacional e na economia

O segmento gera um faturamento aproximado de US$ 12 bilhões, e a maior parte das empresas é de natureza familiar. Além disso, abastece todos os outros setores da indústria brasileira — seis em cada 10 peças fundidas do Brasil vão para indústria automobilística nacional, por exemplo.

É relevante destacar que cerca de 58% dos clientes dessas empresas operam no setor automotivo, bem como 95% são classificados como pequenas e médias empresas.

Esse cenário contribui para que o Brasil se destaque no setor industrial, além de apresentar condições atrativas para expandir sua recepção de investimentos internacionais. Por isso, está entre as 10 maiores produtoras de material fundido, trazendo relevância econômica na aliança BRICS.

Cooperação internacional e sustentabilidade

No Brasil, o processo de fundição mais utilizado é por meio de moldes em areia verde, devido à simplicidade tecnológica, ao custo acessível e à facilidade de aquisição desse componente. Como desvantagens desse processo, podemos mencionar a possibilidade de erosão do molde em peças de grande porte e, principalmente, a considerável quantidade de areia residual que precisa ser descartada no meio ambiente.

No âmbito dessa realidade, as fundições passaram a adotar ferramentas de controle de poluição para tornar suas operações mais eficientes. Dessa forma, as práticas ambientais se tornaram mais populares entre os fabricantes, com o objetivo de reduzir o impacto e fortalecer o desempenho.

Isso porque, além de produzir substâncias em estado líquido, sólido e gasoso, a indústria emprega os recursos naturais como matéria-prima amplamente.

No caso específico da fundição, mesmo sendo uma prática que recicla uma parte considerável de seus insumos, continua produzindo uma quantidade significativa de resíduos destinados ao descarte.

No entanto, vertentes mais sustentáveis são imprescindíveis de serem adotadas. Entre elas, destacam-se:

  • a eficiência energética — tecnologias e processos mais eficientes em termos energéticos farão parte desse novo cenário, como sistemas de recuperação de calor, para reduzir o consumo de energia na produção;
  • a gestão sustentável de resíduos — implementar práticas eficientes de gestão de resíduos para minimizar o impacto ambiental será essencial, com a reutilização de materiais sempre que possível, além de tecnologias como o design inteligente para maior aproveitamento de insumos e descarte responsável;
  • a colaboração de cadeias de suprimentos — é fundamental em conjunto com fornecedores e clientes, promovendo práticas sustentáveis em toda a cadeia de suprimentos.

Desafios e perspectivas futuras

Os principais desafios relacionados são as buscas de barateamento de recursos, dado que envolve a utilização de matérias-primas de elevada qualidade, equipamentos específicos e mão de obra especializada.

Para se ter uma ideia, os principais componentes empregados nesse processo incluem minério de ferro, carvão, calcário, ferro-silício e ferro-manganês.

Além disso, as projeções apontam que devido a uma quantidade significativa de transformações nos veículos, será crucial se alinhar com as alterações nos sistemas de propulsão e controle, bem como a contínua introdução de novos materiais e conceitos.

Em suma, as principais transformações do mercado nesse setor serão:

  • inovações relacionadas com as células de combustível;
  • incorporação especializada de sistema elétrico de 42V;
  • especialização de motores híbridos;
  • integração cada vez mais eficiente de tecnologia com Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT).

Essa área desempenha um papel crucial para o Brasil, proporcionando diversas contribuições significativas para a economia do país — desde a geração de empregos e o desenvolvimento econômico —, com a produção de peças e componentes fundidos para setores-chave, como o automotivo, o da construção civil e de infraestrutura.

Além disso, ela promove avanços nas áreas de inovação e tecnologia, com a busca contínua por novos materiais e processos — mantendo o Brasil competitivo no mercado global.

Portanto, ficar atento à esse cenário será imprescindível, visto que a indústria de fundição está diretamente atrelada às áreas automotivas, hidráulicas, sistemistas, válvulas e rodoviária. Nesse contexto, a Jacto é parceira desde 1953, ano em que criou o setor de Fundição na empresa para atender às necessidades da produção interna — que, anos depois, se expandiu como área de negócio.

Conte com a expertise da Jacto para atender às diversas necessidades do segmento, do suporte aos maquinários agrícolas, até o mercado metalúrgico!

Quer ainda mais dicas? Cadastre-se agora para receber nossa newsletter!

receba nossos conteúdos exclusivos gratuitamente por email!

Email registrado com sucesso
Opa! E-mail inválido, verifique se o e-mail está correto.
Ops! Captcha inválido, por favor verifique se o captcha está correto.

Fale o que você pensa

O seu endereço de e-mail não será publicado.