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sensores na agricultura

Sensores na agricultura: 6 formas de adotar na sua propriedade!

O combate eficiente às pragas, doenças e nutrição vegetal para o campo sempre foram os principais desafios à maior produtividade. Isso porque o processo de monitoramento é exaustivo, requer muita mão de obra e o preço, um pouco mais elevado. Para lidar com essas questões, uma excelente alternativa que vem se destacando são os sensores na agricultura.

Esses aliados tecnológicos poderão otimizar os gastos com os defensivos agrícolas que, inclusive, são os maiores responsáveis pelas perdas na parcela de produção, afetando diretamente o lucro da fazenda. Além disso, essas tecnologias contribuem para um melhor aproveitamento do solo e uma fisiologia vegetal detalhada.

Entenda, neste post, o que são esses sensores, seus benefícios e as formas de adotá-los no campo e de maneira digital. Acompanhe!

O que são os sensores na agricultura?

Os sensores na agricultura são implementos tecnológicos capazes de avaliar com precisão situações como imagens de satélite, análises de solo, além de monitoramento de pragas e doenças. Ou seja, são fundamentais em diversas etapas da produção e permitem enxergar, com precisão, a saúde da plantação.

Eles se apresentam em sistemas ópticos, elétricos ou térmicos, os quais conseguem identificar os problemas já no início para um tratamento eficaz. Por isso, proporcionam maior produtividade e melhor custo-benefício à safra. Esses dispositivos podem ser instalados em drones e acoplados em máquinas agrícolas.

Quais são os seus benefícios?

Esses sensores são verdadeiros aliados na agricultura de precisão, oferecendo melhorias significativas no processo produtivo e em questões como sustentabilidade ambiental. Fazem isso por meio de software e aplicativos para obtenção de informações sem a necessidade de contato físico.

Inclusive, eles permitem a avaliação de fatores como teor de umidade dos grãos e outros pontos, como:

  • condições fisiológicas dos vegetais, como o estresse hídrico;
  • detecção de plantas espontâneas;
  • contagem no fluxo dos grãos;
  • insolação;
  • nutrição vegetal.

Outro ponto interessante sobre tais sensores é que eles são uma das melhores alternativas para avaliar as variações espaciais e temporais de uma cultura. Tem interesse e quer saber como eles são aplicados? Então, confira o próximo tópico.

Quais são as formas de adotar esses sensores na agricultura?

Muito além do monitoramento integrado de pragas (MIP), os sensores na agricultura contribuem para uma eficiência em escala exponencial para essa nova década, em que a agricultura 4.0 está a pleno vapor com as tendências tecnológicas para o agronegócio. Veja as 6 principais.

1. Mapear a condutividade elétrica do solo

Um dos principais benefícios desses sensores é a possibilidade de fazer o manejo adequado nas adubações, principalmente, por meio da avaliação da condutividade elétrica. Isso porque eles permitem encontrar os sais presentes, que têm sua condutividade específica.

Além disso, é possível detectar problemas como alta salinidade, toxidez de alumínio — componente bastante nocivo para o desenvolvimento das culturas — e determinar a necessidade de calagem com os teores de argilas já existentes no solo. Dessa forma, parâmetros são levantados para maior economia.

2. Desenvolver os índices de vegetação

Avaliar o progresso do desenvolvimento da vegetação é outra vantagem que os sensores na agricultura podem proporcionar, analisando o desenvolvimento das culturas, a produtividade e o estado nutricional.

Além disso, é possível verificar os estresses bióticos e abióticos. Outro ponto fundamental é a detecção de secas e o mapeamento completo de qualquer cultura.

3. Analisar e prospectar características do solo

É possível observar características mais peculiares do solo de uma lavoura ou propriedade em tempo real para questões como teor da matéria orgânica, porcentagem de argila e acidez.

Assim, proporciona análise de solo eficaz para correções. Essa medição é realizada em conjunto com itens laboratoriais, integrando os efeitos da argila e a determinação do silte. 

4. Medir a velocidade de deslocamento da colhedora

Os principais sensores para utilizar no deslocamento desses implementos agrícolas são magnéticos instalados no eixo das rodas motrizes, ultrassom, GPS e radar. Inclusive, esses estão relacionados exclusivamente com a velocidade do implemento.

Para posicionamento do acoplamento, por sua vez, é utilizado um sensor que emite um sinal para o monitor que calcula a produtividade e o aproveitamento de insumos.

5. Medir o fluxo de grãos 

Esse ponto determina medir, de maneira eficiente, a produtividade de grãos, de acordo com o fluxo de grãos higienizados. Além disso, esse sensor é montado no topo do elevador do trator.

Ademais, os tipos de sensores utilizados são: sensor de impacto, sensor de deslocamento de placa, sistema radiométrico, sistema de célula de carga e sistema de medição por volume.

6. Analisar o teor de umidade dos grãos

Ideais para o processo de secagem, os sensores na agricultura podem ser um bom auxílio no processo de pós-colheita. Afinal, esse ponto é considerado um dos mais importantes para maior aproveitamento dos grãos, principalmente, da soja, que movimenta o setor do agro fortemente na região Centro-Oeste do país.

Observar o teor de umidade dos grãos permite a colheita no ponto ideal e armazenagem para ter o menor número de perdas possíveis.

Quais os tipos de sensores adotados no campo?

De forma geral, os sensores são divididos em sensores diretos e remotos. Os diretos são aqueles que têm contato com o alvo da medicação, seja do solo, seja da planta, dos frutos e da água. Alguns exemplos são os que medem umidade, pH e penetrômetros.

Os remotos, por sua vez, são aqueles capazes de realizar a observação via terrestre ou aquática. Dessa forma, são usadas imagens via satélite com análise via infravermelho. Ademais, existem outros exemplos que podemos citar, sendo:

  • sensores ópticos: modelos espectrômetros que são utilizados para medir as características do solo. Além disso, são usados para delimitar e orientar zonas para recolhimento de dados;
  • sensores térmicos: necessários para avaliar radiação infravermelho com seu espectro específico, trazendo precisão sobre a incidência solar.

Em suma, os sensores na agricultura serão verdadeiros aliados para melhor produtividade e precisão no campo, a fim de evitar qualquer tipo de perda.

O conteúdo sobre o tema foi esclarecedor? Para você ficar sempre atualizado com as inovações tecnológicas, conte com soluções completas e integradas para a Agricultura 4.0. Conheça a Jacto Next e as suas principais tendências nessa década!

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