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Sensoriamento remoto: o que é, para que serve e como usá-lo?

Para aqueles que buscam precisão na hora de implementar as suas estratégias na propriedade, nada melhor do que contar com as tecnologias mais sofisticadas do mercado. Algo que tem dado o que falar em termos de eficiência é o sensoriamento remoto.

Um dos ótimos exemplos da agricultura digital, o sensoriamento remoto aplicado às fazendas e propriedades rurais é o exemplo de uma tecnologia que vem sendo aperfeiçoada há décadas. Para falar mais sobre essa solução e acerca dos seus benefícios para produtores, preparamos este post. Continue a leitura!

O que é e para que serve o sensoriamento remoto?

O sensoriamento na agricultura tem como principal objetivo a coleta de dados de uma superfície terrestre de qualquer terreno. O “remoto” se refere ao método como isso é feito: a distância, sem que o usuário precise pisar na região registrada.

O sensoriamento remoto na agricultura utiliza equipamentos de alta performance e sensores para obter dados — que são armazenados, tratados e analisados. Por meio deles, é possível acessar informações geográficas, mas também monitorar níveis de desmatamento e identificar fenômenos no solo e o histórico de produção naquela área.

Essa tecnologia tem um papel fundamental na chamada agricultura 4.0, tal como outras soluções digitais, como a Internet das Coisas. Todas elas se complementam para que o produtor consiga mapear as características da terra, maximizar a sua produtividade e reduzir custos.

Como ele funciona?

No sensoriamento remoto, a coleta de dados é feita geralmente a partir de um registro da radiação eletromagnética (REM). A mensuração desse registro é coletada com base na reflectância, a relação entre a radiação que incide numa superfície e o fluxo de radiação que é efetivamente refletido.

No caso da agricultura, a reflectância do alvo é representada pelas plantas ou pela superfície de um solo. Os sensores contam com tecnologia de ponta e podem ser posicionados em satélites, aviões e drones, o que garante uma variedade de escolhas para os produtores.

Todo o aporte tecnológico do sensoriamento é complementado por softwares com algoritmos bastante complexos ou até mesmo por sistemas integrados que realizam análises do Índice de Diferença de Vegetação Normalizada. Os sensores são capazes de revelar regiões que estejam sofrendo com o ataque de pragas, perdas de biomassa e estresse hídrico, entre outras coisas. Assim, eles fornecem um bom número de informações para o agricultor, que consegue tomar decisões mais bem embasadas.

Qual é a sua origem?

O sensoriamento remoto surgiu logo após a máquina fotográfica, uma vez que ela tornou possível fazer imagens a partir do céu. Bem no início, as pessoas usavam balões ou até pombos para captar registros vistos de cima.

Isso era feito para o reconhecimento de lugares e para a produção de mapas. Mas o sensoriamento foi evoluindo em tempos de guerra, já que se tornou uma importante ferramenta para mapear o território inimigo para a elaboração de planos de ataque e estratégias diversas.

Foi durante a Primeira Guerra Mundial, que ocorreu de 1914 até 1918, que o sensoriamento remoto foi aperfeiçoado. Isso se explica pelo uso mais frequente de aviões, que tinham sido inventados há pouco tempo. A técnica de registro da superfície por meio da fotografia ficou conhecida como aerofotogrametria.

Nessa técnica, além do próprio registro da imagem, o usuário também conseguia tratá-la e adaptá-la para visualizar áreas inteiras — semelhante ao que é feito hoje. Felizmente, o sensoriamento remoto evoluiu para ajudar de fato a população, como é o caso do seu uso na agricultura atual.

Quais são os níveis de coleta de imagem do sensoriamento remoto? 

Geralmente, as imagens coletadas pelos sensores são em pequena escala. Assim, podem ser observadas grandes extensões de terra em pouco tempo. Dependendo do nível no qual o sensor é posicionado, as imagens podem ter mais ou menos detalhes.

Quando o sensor é colocado no nível do solo, são utilizados instrumentos operados pelo próprio profissional, seja em campo, seja em laboratório. Algumas das ferramentas são radiômetros, GPS e fotômetros. As imagens têm muitos detalhes, mas em áreas menores.

Já no nível aéreo, a coleta é feita por sensores em uma plataforma aérea, como aviões, balões ou drones. Assim, serão produzidas aquelas imagens fotográficas do alto, que costumam ilustrar reportagens e programas de TV. Por fim, há os sensores que atuam em um nível orbital, a bordo de satélites.

Quais são os tipos de sensoriamento remoto?

Como o próprio nome da tecnologia indica, só é possível obter informações por meio de tecnologia de ponta, equipamentos que acompanham as principais tendências do mercado e sensores, que são divididos em dois tipos.

Sensores passivos

Os sensores passivos se relacionam a informações externas, isto é, a dados que já existem. Desse modo, eles coletam a fonte de energia que é refletida ou emitida pela superfície do planeta. A fonte mais comum dessa radiação é a própria luz do sol.

A partir daí, os dados recebidos são tratados por algoritmos e sistemas integrados — resultando em imagens e elementos preciosos para facilitar a tomada de decisão.

Sensores ativos

Por sua vez, o sensoriamento ativo utiliza estímulos internos para coletar dados de uma superfície. Um exemplo seria um sensor equipado com canhão laser, capaz de projetar raios no solo e calcular o tempo que eles gastam para serem refletidos pela terra e retornarem.

Onde o sensoriamento remoto pode ser utilizado? 

Em um contexto de agricultura 4.0, algumas técnicas, como o sensoriamento remoto, fornecem uma análise bem detalhada sobre a cobertura vegetal, o tipo de solo, a identificação de erosão e o conhecimento da topografia. Além disso, podemos destacar outros usos:

  • estimativa de área plantada;
  • análise do nível de vigor das culturas;
  • previsão de produtividade;
  • levantamento do número de plantas em determinada região;
  • identificação de regiões com maior potencial de produtividade;
  • visualização de faixas de solo com baixa produtividade;
  • separação de áreas reservadas para a silvicultura ou preservação;
  • análise de erros em processos de irrigação e preparo de solo.

Como foi possível ver no artigo, o sensoriamento remoto é uma ótima opção para quem quer modernizar de vez as suas práticas agrícolas. Ele conta com diversas versões, então, é acessível até mesmo para produtores de pequeno e médio portes.

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