Nitrogênio na agricultura

Nitrogênio na agricultura: qual sua importância, quando e como aplicar?

A busca por mais produtividade e qualidade dos produtos cultivados é uma constante para o homem do campo. Há muitos anos, é adotado o nitrogênio na agricultura, uma substância sustentável nos aspectos econômico e ambiental.

Esse elemento químico é o quarto mais demandado pelos vegetais — perde apenas para o carbono, hidrogênio e oxigênio. Isso acontece porque é utilizado especialmente para obter gás amoníaco, substância necessária para fabricar fertilizantes e ácido nítrico.

Apesar de ser fornecido pelo solo, a quantidade nem sempre é capaz de atender à demanda da planta. Por isso, torna-se necessária a fertilização nitrogenada. Mesmo sendo um dos macronutrientes mais adotados, absorvidos e exportados pelas culturas, requer cuidados especiais no seu manejo para evitar a contaminação.

Nesse momento, surgem as dúvidas: como saber qual é a hora certa de usar o nitrogênio na lavoura? Como aplicá-lo? Qual é a sua real importância? Responderemos a essas perguntas a partir de agora. Acompanhe!

Qual é o papel do nitrogênio na agricultura?

O nitrogênio tem como finalidade nutrir a planta e garantir que ela tenha um desenvolvimento mais forte e sustentável. Seu papel é fundamental em relação ao metabolismo vegetal, pois participa na biossíntese de proteínas e clorofila.

No entanto, costuma ser encontrado em pouca quantidade nos solos brasileiros. No Cerrado, por exemplo, é comum haver menor disponibilidade, o que torna a terra um fator limitante para a agricultura. Em alguns casos também há perdas dessa substância, principalmente devido a fatores como lixiviação, erosão e volatilização.

Portanto, para assegurar o bom desenvolvimento da planta, é preciso fazer a adubação correta. O manejo de cobertura costuma ser o método mais usado no campo, porém, a evolução das tecnologias trouxe outras possibilidades — mais eficientes, inclusive.

É o caso dos fertilizantes sintéticos, que já contêm o elemento químico em sua composição. A partir de seu uso, a produção foi aperfeiçoada e aumentou, ao mesmo tempo em que se tornou possível desenvolver monoculturas extensivas.

Por ser exigido por praticamente todas as plantas, o nitrogênio é uma boa alternativa para o agricultor. Essa substância participa das diferentes etapas das culturas, desde o crescimento até a frutificação. Quando está em carência, o crescimento foliar é reduzido. Por outro lado, há o aumento do sistema radicular, que causa clorose foliar, ou seja, as folhas ficam amareladas e caem, enquanto os ramos se tornam avermelhados.

A fórmula N30 — o chamado nitrogênio líquido, composto de 30% de nitrogênio, 10% de fósforo e 10% de potássio — tem como objetivo principal estimular a planta a levar o máximo de nutrientes por meio de aplicações foliares. O resultado é mais qualidade do produto; no caso do milho, por exemplo, o grão fica mais uniforme e pesado.

Quais são os benefícios?

A agricultura brasileira busca alternativas para verticalizar a produção e otimizá-la para aumentar a rentabilidade do negócio. O nitrogênio assume papel de destaque por fazer parte de fertilizantes e corretivos agrícolas. Ao utilizar esses recursos, é possível elevar a produtividade da cultura em até 50%.

Essa substância também oferece o melhor custo-benefício e é o mais absorvido pelas culturas. Como é um macronutriente, o processo ocorre pela raiz. A adubação foliar, nesse caso, apresenta poucos resultados positivos.

Por outro lado, os benefícios do nitrogênio líquido na lavoura são variados. Como o processo de adubação costuma sofrer perdas significativas devido a chuvas, por exemplo, o trabalho com os fertilizantes químicos é mais interessante para evitar que a substância seja passada várias vezes no mesmo local.

A forma líquida também contribui para esse processo, pois contém uma composição que facilita a fixação do nutriente nas folhas. A liberação é gradativa e acontece por um período mais prolongado. Porém, a absorção é praticamente imediata.

Dessa forma, há a otimização das operações agrícolas, porque a aplicação do nitrogênio líquido pela folha acontece junto com a pulverização de outros defensivos. Assim, o produtor deixa de fazer uma nova operação, que exigiria a entrada de implementos e máquinas pesados na lavoura.

Os resultados são a redução de custos, o aumento da produtividade e a menor compactação do solo. A diminuição dos gastos também pode ser verificada em outro âmbito: na logística de transporte e armazenagem do nitrogênio para agricultura. A substância é movimentada com a ajuda de bags ou galões e vai diretamente para a lavoura, quando necessário.

Isso também faz com que o líquido seja oferecido na quantidade adequada, o que evita requeimas. As folhas se mantêm verdes por mais tempo e o enchimento dos grãos é mais eficiente. Por isso, os ganhos em produtividade podem ficar entre 20% e 30%, segundo o engenheiro agrônomo Fabrício Oliveira. Se a produção for de 150 sacas de milho por hectare, por exemplo, os ganhos serão de 30 a 45 sacas a mais no mesmo espaço.

Como o nitrogênio age?

A técnica de uso do nitrogênio na planta consiste na chamada adubação hidrogenada, que visa a suprir as demandas do solo e aumentar a eficiência e a eficácia da produção. Da mesma forma, a aplicação desse elemento combinado com outros produtos de manejo, como os fungicidas, eleva a capacidade de resposta fisiológica dos vegetais, o que aperfeiçoa o aproveitamento e resulta em aumento de produtividade.

O nitrogênio é o constituinte básico da planta. Conforme relatado pelo agrônomo de campo Douglas Jandrey, cada unidade dessa substância produz 6,25 unidades de proteína. Portanto, ela é essencial para gerar aminoácidos e proteínas, que são essenciais para o bom desenvolvimento do produto. Também é importante para a clorofila e, consequentemente, para o processo de fotossíntese.

Dentro da planta, 70% do nitrogênio é liberado imediatamente e entra no metabolismo. Os 30% restantes têm uma digestão um pouco mais lenta e, por isso, demoram mais dentro da célula. Com isso, a absorção desse percentual menor pode demorar até três semanas.

Na prática, isso significa que 100% do produto é aplicado e absorvido, mas é liberado nesse período de três semanas. O benefício é que esse é o prazo que o produtor precisa para que a substância esteja e aja dentro da planta.

É importante perceber que os bons resultados da aplicação de nitrogênio na agricultura dependem de dois fatores: disponibilidade de água e de luz. São mais favoráveis os locais que não sofram com estresse hídrico nem tenham altas temperaturas ou dias muito nublados, pois o equilíbrio climático garante um aproveitamento melhor. Nesse caso, basta acertar o tempo de aplicação e a fonte correta.

Quais são as fontes do nitrogênio para a agricultura?

As fontes que podem ser utilizadas são muitas. A primeira delas é pela adubação, seja na base, seja na cobertura. Estão incluídas aqui diferentes origens de suprimento desse elemento químico. Entre eles estão: ureia, nitrato, ureia líquida etc.

Vale a pena destacar que, nesse formato de aplicação do nitrogênio, há diferentes níveis de eficiência e, consequentemente, graus de perda diversos. A ureia, que costuma ser usada no Brasil por apresentar bom custo-benefício, envolve perdas de até 50% se as características de utilização não forem observadas.

Por isso, o ideal é sincronizar a aplicação do elemento químico com o período de maior demanda da planta. Além disso, é fundamental atentar para as condições climáticas vigentes na época. De modo geral, quanto mais alta a temperatura e o mais seco o clima, menor é o aproveitamento.

Pesquisas realizadas por técnicos da DuPont Pioneer Sementes indicam que, em média, a planta absorve 63% do nitrogênio até o florescimento e 37% após esse período. Por isso, para lavouras de produtividade e potencial altos, é preciso atentar aos diferentes estágios para obter a máxima eficiência.

O nitrogênio na agricultura também é obtido pela mineralização da matéria orgânica. Para isso, é preciso analisar a disponibilidade e as características de cada solo, assim como temperaturas do local. Em boas condições, 1% de matéria orgânica é capaz de gerar 20kg de nitrogênio por hectare.

Nesse caso, vale a pena analisar, ainda, o que estava sendo cultivado na terra em questão no período anterior. Por exemplo: algumas coberturas de inverno, que fazem rotação de cultura com o milho, são capazes de fixar nitrogênio, como as leguminosas, ou reciclá-lo a partir de camadas mais profundas, a exemplo do nabo forrageiro.

Outra opção é a ervilhaca, que também é uma boa cobertura em vários casos e capaz de fornecer alta quantidade de nitrogênio. A título de comparação, uma tonelada de matéria seca desse produto fornece 46kg da substância para o solo.

Existe um momento ideal para a aplicação do nitrogênio?

O ideal é que a aplicação seja feita corretamente e no momento adequado, para evitar perdas, impedir a contaminação da terra e assegurar que a planta absorva o máximo possível da substância e se beneficie dela.

Existem dois momentos ideais para que o processo seja eficiente:

  • em V4, quando a planta define o teto produtivo, isto é, a quantidade de grãos, óvulos e anteras que serão polinizados. Isso significa a quantidade final que pode ser produzida por unidade;
  • em pendoamento até grão farináceo (no caso de milho e outras culturas similares), na pós-fecundação. Nesse estágio, a demanda quantitativa pelo nitrogênio é maior. Por isso, as técnicas empregadas contribuem para o bom desenvolvimento da planta, além do incremento em peso e no teto produtivo.

Apesar dessa recomendação, o ideal é analisar as características do solo antes de definir o momento adequado para aplicar o nitrogênio na agricultura, especialmente na semeadura, nas fases de desenvolvimento, nas doses e no uso da irrigação. Além disso, os fatores climáticos de cada região e as restrições da substância são determinantes nesse momento.

É preciso relacionar a fonte do nitrogênio aplicada e a disponibilidade do elemento químico na agricultura. A atenção deve ser voltada para o que é oferecido e o residual. Assim, a planta consegue fazer a metabolização completa da substância, aproveitando-a ao máximo.

Mais que isso, é necessário considerar dois fatores na hora de aplicar o fertilizante nitrogenado:

  • umidade do solo: a substância é inserida na superfície, e é preciso que seja dissolvida e transportada pela água para o interior. O ideal é que a terra tenha umidade suficiente para a realização dos processos. De acordo com a Embrapa, o ideal é que a aplicação seja feita antes de uma precipitação pluvial entre 10 e 20mm para otimizar a entrada do nitrogênio;
  • temperatura do ar e ocorrência de vento: é recomendado fazer o procedimento nas horas menos quentes do dia; assim, são evitadas perdas por volatilização.

Quais aspectos considerar para fazer a aplicação correta?

O vegetal passa por diferentes períodos até que termine seu desenvolvimento. Existe uma explosão de crescimento do vegetal entre V7 até seu florescimento. Nesse caso, há um alongamento significativo dos entrenós e evolução da matéria verde. Esse período é de alta demanda e exige uma boa quantidade de nitrogênio.

Outra ação recomendada é aplicar a substância de maneira dividida, ou seja, em mais de uma etapa. Essa medida é especialmente indicada para quem trabalha com manejo de alto rendimento, que requer grandes quantidades do elemento químico. Apesar do gasto maior, o rendimento valerá a pena, porque serão reduzidas as perdas por volatilização e condições climáticas.

A aplicação em diferentes etapas traz outro benefício: a planta estará em vários estágios e, com isso, apresentará uma condição melhor de raiz para absorver o nitrogênio. Você ainda pode alinhar essa estratégia com a de rotação de culturas, já que uma lavoura pode prover boas quantidades da substância para a outra, pelo menos nas fases iniciais.

É assim que você consegue suprir a demanda em diferentes fases da vida da planta, inclusive no final. Esse trabalho é facilitado quando a irrigação é feita via pivô, porque, nesse sistema, já existe a ferti-irrigação e isso não restringe a entrada da substância.

Em suma, a melhor forma de saber quando é a hora certa de aplicar o nitrogênio na agricultura é avaliar as características da sua lavoura e do solo, e as condições climáticas. Analise a matéria orgânica, o sistema de manejo, a cultura anterior e integre as informações para desenvolver um plano de aplicação que supra e otimize a planta em seu período de desenvolvimento.

Como realizar a aplicação a lanço e localizada?

As duas principais formas de distribuição do nitrogênio na agricultura são a lanço e localizada. A primeira adianta o emprego total ou parcial da substância requerida, medida que agiliza o processo de semeadura; a segunda consiste na aplicação de sementes e fertilizantes ao mesmo tempo.

Apesar de serem diferentes, pesquisas já demonstraram que não existe diferença significativa entre as formas de aplicação. Ainda assim, é importante analisar as diferenças entre os formatos.

Aplicação a lanço

Nessa modalidade, a substância é espalhada sobre a superfície do solo de maneira ampla. O aspecto positivo é a redução de custos com a semeadura, além da agilidade da operação.

O lanço também é uma forma de aumentar o rendimento operacional nas janelas de semeadura. Com isso, há maior aproveitamento tanto da safra quanto da safrinha.

Quando a substância aplicada é o nitrogênio, não são registrados inconvenientes nessa modalidade, como acontece em relação ao fósforo. De toda forma, a rotação de culturas e a adoção de plantas na cobertura são práticas que elevam a eficiência do processo.

Em termos gerais, a aplicação a lanço contribui para o rendimento operacional, desde que sejam observados alguns critérios, como a fertilidade do solo (para evitar seu comprometimento), o potencial produtivo das culturas e a qualidade ambiental.

Aplicação localizada

Nesse formato — também chamado de adubação na linha de semeadura ou no sulco — é realizada a aplicação de sementes e fertilizantes simultaneamente, processo que favorece o manejo de culturas. Por outro lado, requer cuidados para que o espaçamento entre as fileiras seja o mesmo da colheitadeira. Caso contrário, o resultado será negativo.

A vantagem é que essa é uma maneira de fazer o controle de ervas daninhas. Ao mesmo tempo, o impacto da atividade sobre o solo é reduzido, pois é adotada uma semeadora-adubadora, o que evita a entrada de outros implementos agrícolas no local.

O resultado é um processo mais rápido, sem tantas interrupções para abastecimento. Mas há desvantagens, como o atraso no plantio da safrinha, que levará ao comprometimento do desenvolvimento da planta e à redução da produção final.

A escolha do melhor método depende das características da lavoura e do solo, como explicamos anteriormente. De todo modo, é indispensável fazer uma boa adubação e garantir a aplicação correta de nitrogênio para que a planta se desenvolva adequadamente. Problemas nesses processos fazem o cultivo definhar ou produzir menos, situação que acarreta prejuízos para o produtor.

Como os pulverizadores e as adubadoras podem auxiliar na aplicação?

Os dois equipamentos são importantes nesse processo. Além de otimizarem os resultados, garantem uma distribuição mais uniforme. Conheça, a seguir, a finalidade dos dois implementos agrícolas e como eles auxiliam na aplicação do nitrogênio na agricultura.

Pulverizador agrícola

O pulverizador é um equipamento que lança substâncias líquidas na lavoura. Podem ser utilizados para espalhar nutrientes, produtos agroquímicos e fertilizantes. Portanto, essa máquina é capaz de fornecer o nitrogênio necessário para a lavoura.

O elemento químico precisa ser diluído em água e formar uma mistura chamada calda, que será espalhada na lavoura pelo pulverizador. A vantagem é a distribuição do produto nos locais adequados e na quantidade correta.

Existem quatro principais tipos de pulverizador que podem ser utilizados.

Costal

Sua estrutura é composta por um reservatório com alças com ativação manual, elétrica ou a combustível. É carregado nas costas, como uma mochila — daí vem o nome. É mais indicado para pequenas extensões de terra, já que exige um operador.

Pistola

O trabalho desse modelo é realizado a partir de ar comprimido. O funcionamento pode ser elétrico ou manual — a segunda possibilidade é recomendada especificamente para quem tem jardins pequenos, hortas e pomares.

De barra

As barras com múltiplas pontas de pulverização são geralmente colocadas sobre um trator, o que permite cobrir grandes áreas em pouco tempo. Esse é um modelo mais eficiente e, por isso, indicado para produtores com alto volume de produção. É mais comum em culturas anuais, caso do milho, da soja, da batata e do trigo, por exemplo.

Atomizador

Esse pulverizador lança o produto na plantação a partir de uma corrente de ar de alta velocidade. O benefício é o longo alcance. Devido a essa característica, o atomizador é recomendado para culturas perenes, como as de laranja e café.

Alguns modelos de pulverizador: Uniport 2000 Plus, PJ 401 e BC 610 PEC.

Adubadora

Esse implemento agrícola ajuda especificamente na aplicação a lanço do nitrogênio, bem como em outras técnicas de adubação que garantem a eficiência da lavoura. O ideal é que a máquina possibilite a adaptação dos padrões de dosagem, além da distribuição fácil e precisa.

Para isso, é importante que o equipamento conte com alguns diferenciais tecnológicos, como os que apresentamos em seguida.

Sistema PrecisionWay

O foco é o controle da dosagem, o formato das pás e o ponto de queda do fertilizante nos discos. Com isso, a dose certa é aplicada, com uniformidade e qualidade. Isso acontece por meio de um sistema automático que faz a regulagem apropriada.

SmartSet

Esse site oferece as informações que contribuem para o ajuste da faixa de aplicação. O tempo de calibração da máquina é acelerado, o que garante mais qualidade no processo. Basta inserir as informações do equipamento, do fertilizante e do emprego da substância para que os dados sejam imediatamente apresentados.

Controle de bordadura

Essa função diminui os erros de aplicação, impedindo que ela seja feita em locais não desejados. O controle é feito por uma pá com formato exclusivo para as operações que não se inserem no centro do talhão. Assim, o perfil de distribuição pode ser passado para a borda para melhorar a qualidade do procedimento, proteger o meio ambiente e economizar fertilizantes.

Todos esses recursos tecnológicos podem ser verificados em várias adubadoras comercializadas no mercado, como a Uniport 5030 NPK, a Tellus 10.000 NPK e a Uniport 3030 NPK.

Resumindo: o nitrogênio na agricultura traz vários benefícios à cultura. A lavoura se desenvolve de maneira mais adequada, há mais produtividade e as plantas se fortalecem. Para isso, é preciso contar com sistemas e equipamentos adequados, como os pulverizadores e as adubadoras. Assim, você aumenta a eficiência do procedimento e garante mais rendimento para o seu negócio.

O que achou de saber mais sobre a aplicação do nitrogênio na lavoura? Aproveite para aprender a garantir a uniformidade na aplicação de fertilizante!

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