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Plantas daninhas: como identificar a infestação da praga?

Uma preocupação constante para os produtores agrícolas é a presença de plantas daninhas nas lavouras. Também referidas como ervas daninhas, mato, plantas invasoras ou plantas espontâneas, elas surgem onde não são desejadas e competem diretamente por água, luz e nutrientes com as culturas em crescimento.

Além disso, essas ervas podem produzir substâncias alelopáticas, que são capazes de reduzir o rendimento no campo. Por isso que utilizar os melhores métodos de controle faz toda a diferença para uma colheita de excelência.

Preparamos este post para elucidar esse tema de grande relevância no agro. Confira, em detalhes, quais são as espécies invasoras mais comuns nas culturas no Brasil, suas características e como controlar plantas daninhas de maneira eficiente.

O que são plantas daninhas?

As plantas daninhas são aquelas que emergem nos campos de cultivo sem serem intencionalmente semeadas. Sua presença é indesejada devido à competição com as culturas agrícolas por nutrientes, comprometendo o crescimento saudável das plantações.

Para ser considerada uma espécie invasora à produção, ela deve apresentar as seguintes características:

  • alta capacidade de germinação;
  • adaptabilidade a várias regiões e climas;
  • alta capacidade de reprodução e dispersão;
  • alta competitividade por nutrientes do solo, o que demanda maior aplicação de adubo e demais alternativas de controle.

Além de terem uma natureza de ciclo curto, as plantas daninhas asseguram sua continuidade por meio da dormência e da germinação não uniforme de suas sementes.

Esses atributos tornam o controle dessas espécies desafiador, uma vez que elas não nascem simultaneamente, mesmo sob condições ideais de temperatura, umidade e luminosidade. Inclusive, as variações de temperatura e chuva, devido às mudanças climáticas, também podem ajudar a acelerar seu desenvolvimento.

De fato, além de uma boa gestão de pragas e doenças no campo, a atenção com esse fator é vital para o sucesso das colheitas. Conforme o portal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as perdas previstas causadas por plantas invasoras podem atingir mais de 90% quando nenhum método de controle é implementado.

Quais as plantas daninhas mais comuns no Brasil?

Listamos as três espécies de ervas daninhas mais predominantes no Brasil e detalhamos suas principais características, formas de controle, bem como as culturas mais afetadas. Confira!

Apaga-fogo (Alternanthera ficoidea)

É uma planta que pode ser anual ou perene e que varia conforme o ambiente. Ela cresce prostrada ou ascendente e mede entre 0,5 e 1,2 metro de comprimento. Também é originária do Brasil e se propaga por meio de sementes lisas, brilhantes e de cor acastanhada.

Para controle, pode-se aplicar métodos preventivos, como utilização de sementes certificadas e não realizar a remoção somente na área de cultivo, mas em beira de estrada e bordaduras. Outras medidas eficientes são uso de cobertura verde e rotação de culturas.

Para controle químico, os principais produtos utilizados são:

  • atrazina;
  • ametrina;
  • diurom;
  • glifosato;
  • imazetapir.

As culturas mais impactadas pela apaga-fogo incluem algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja.

Buva (Conyza bonariensis e Conyza canadensis)

A Conyza bonariensis, originária da América do Sul, tem uma altura média entre 40 e 120 centímetros. Suas folhas têm bordas lisas ou com pequenos dentes. Já a Conyza canadensis atinge entre 80 e 150 centímetros de altura e suas folhas têm bordas serrilhadas. A forma de reprodução da espécie é por sementes.

Para controle, também são indicados os métodos preventivos e alternativas como rotação de culturas e plantio direto. Já para o controle químico, os herbicidas que podem ser aplicados são:

  • glifosato;
  • metsulfuron;
  • metribuzin.

As principais culturas afetadas são algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, girassol, pastagens e soja.

Tiririca (Cyperus rotundus L.)

A tiririca é uma erva daninha da família Cyperaceae, com altura variando de 10 a 60 centímetros e reprodução predominantemente por meio de tubérculos.

É importante conduzir práticas de controle tanto em lavouras recém-plantadas quanto em maduras. Recomenda-se realizar essa etapa antes que essas plantas daninhas entrem em estágio de florescimento e antes do período de quatro a seis semanas, em que elas começam a formar os tubérculos para propagação.

Para maior eficiência, o controle químico é o mais eficaz. Os mais utilizados são:

  • diquat;
  • ethoxysulfuron;
  • glyphosate;
  • glyphpsate + imazethapyr;
  • halosulfuron.

Essa cultura causa prejuízos a uma vasta gama de culturas. As mais suscetíveis são arroz, milho, trigo, feijão e soja.

Quais os melhores métodos de controle de ervas daninhas?

Confira, a seguir, quais os métodos utilizados para controlar essas ervas e conseguir plantar em uma área infestada.

Método preventivo

A prevenção é a melhor estratégia no manejo eficaz de plantas daninhas. Tem como objetivo evitar a entrada, o estabelecimento e/ou a disseminação de espécies problemáticas em áreas que ainda não estão infestadas.

Um programa de manejo eficiente requer uma vigilância constante sobre a área de cultivo, identificando as espécies invasoras em estágios jovens, adultos ou por meio de suas sementes.

É essencial estar atento à presença de invasoras que venham a causar problemas no campo e, sempre que possível, priorizar a prevenção em vez do controle (erradicação). Afinal, esse último é mais dispendioso.

Controle cultural

Envolve a implementação de boas práticas agrícolas para promover o crescimento da cultura principal em detrimento das plantas daninhas. Inclui a adoção de estratégias como rotação de culturas, variação no espaçamento e na densidade de plantio, uso de cobertura vegetal, entre outras, com o intuito de suprimir as plantas invasoras.

Controle mecânico

Esse é o modelo que envolve arranquio e capina manual, roçada e cultivo mecanizado, de forma a eliminar diretamente a planta daninha do campo.

Controle físico

É um conjunto de técnicas que utilizam ações para eliminar ou suprimir o crescimento de plantas daninhas em áreas cultivadas ou não cultivadas. Os principais são:

  • cobertura morta — aplicação de restos culturais na região superficial do solo para funcionar como uma barreira física que impede a emergência de plantas invasoras, que não conseguem ultrapassar e não alcançam a luz;
  • solarização — utilização de coberturas plásticas que proporcionam um aumento da temperatura do solo devido à radiação solar, o que contribui para inviabilizar o poder germinativo das sementes das plantas daninhas;
  • fogo — a queima local para eliminar essas plantas é um método físico muito popular, mas também controverso, especialmente pelas emissões de gases poluentes e pela redução da biologia do solo;
  • inundação — bem-sucedido principalmente na cultura do arroz, esse método se caracteriza pelo uso de água para impedir a respiração das espécies daninhas.

Controle biológico

Trata-se da introdução de parasitas, predadores ou patógenos capazes de diminuir a população de plantas invasoras e, consequentemente, sua capacidade de competir. O objetivo desse método não é erradicar as ervas daninhas, mas reduzir sua população para um nível que não cause danos econômicos significativos.

Controle químico

É o método que usa defensivos para um manejo mais rápido dessas espécies. O exemplo mais reconhecido que podemos citar é o glifosato.

Em suma, neste artigo, apresentamos as plantas daninhas, as espécies mais agressivas, suas características e as melhores maneiras de erradicá-las. Também abordamos todos os tipos de controle para lidar com essa problemática e desfrutar de colheitas com maiores produtividades.

Além disso, a aplicação eficiente faz toda a diferença no controle. Conheça a linha de equipamentos Jacto e outras soluções para otimizar sua lavoura!

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