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qualidade do solo: medidor de qualidade do solo

Qualidade do solo: o que é, importância e como avaliar

A produtividade e eficiência de uma lavoura são influenciadas, em grande parte, pela qualidade do solo. Mais do que simplesmente um lote, a terra é um elemento fundamental para a preservação dos cultivos, que fornece água e nutrientes, recicla matéria orgânica e filtra poluentes.

É crucial, portanto, buscar novas formas de melhorar a qualidade do campo. Afinal, um solo fértil, equilibrado e bem administrado pode fazer toda a diferença na colheita. Porém, para que seja assim considerado, uma série de indicadores — físicos, químicos e biológicos — devem ser analisados, considerando, também, a interação entre eles.

Neste guia completo, você entenderá os principais pontos que devem ser avaliados sobre essa questão. Acompanhe!

O que é um solo de qualidade?

Para que um solo seja considerado de qualidade, ele deve ter características e propriedades favoráveis ao desenvolvimento saudável e sustentável das culturas, como ótima aeração para favorecer o bom desenvolvimento radicular, boa drenagem e disponibilização dos macronutrientes essenciais — especialmente o nitrogênio, fósforo, enxofre, cálcio e potássio.

Além disso, adotar as boas práticas de conservação — como rotação de culturas, adubação orgânica e manejo integrado de pragas — são cruciais para manter a qualidade do solo, altas produtividades por um maior período e melhor economia quanto à reposição de fertilizantes.

No entanto, para garantir tais critérios de excelência no campo, é essencial considerar dois elementos fundamentais: um bom planejamento com a produção agronômica que deseja almejar e, especialmente, a análise do solo.

Isso porque a análise é essencial para o diagnóstico de suas condições químicas e físicas, como os níveis de nutrientes e acidez, para estabelecer se o meio necessita de calagem, qual tipo e quanto de calcário será usado.

Assim, com base nos resultados, é possível estabelecer uma prescrição apropriada para o uso de fertilizantes e corretivos, para possibilitar maiores produtividades e lucratividade ao agricultor com a adoção de práticas sustentáveis.

Como a qualidade do solo pode ser estimada?

A qualidade do solo pode ser estimada por meio de alguns indicadores, como matéria orgânica, capacidade de troca de cátions CTC, teor de saturação por sódio, saturação por bases, acidez potencial e pH, além da densidade e porosidade.

Saiba mais sobre os principais, a seguir!

Capacidade de troca de cátions (CTC)

A CTC de um solo influencia diretamente sua capacidade de reter cátions, preservando-os na zona radicular das plantas e, consequentemente, limitando a lixiviação. Tal fato resulta em maior acesso das culturas a nutrientes, proporcionando um crescimento mais eficaz.

Além disso, solos com alto teor de cátions demonstram maior resistência às alterações de pH, uma vez que têm um potencial elevado para equilibrar níveis de acidez ou alcalinidade.

O potencial de troca catiônica do solo é estabelecido pela soma de cargas elétricas negativas encontradas em seus agregados, tais como argila e matéria orgânica, que vão reter e atrair íons positivos, como magnésio (Mg²⁺), cálcio (Ca²⁺), sódio (Na⁺), potássio (K⁺) e hidrogênio (H⁺).

Matéria orgânica

A presença de matéria orgânica é fundamental para melhorar a estrutura do solo, o que o torna mais poroso e com melhor infiltração de água e ar. Além disso, esse indicador otimiza a capacidade de retenção de água no solo para garantir um suprimento adequado para as culturas.

Outro aspecto relevante é que ele representa uma fonte importante — e gradativa — de nutrientes: durante o processo de decomposição, libera-se nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), essenciais nas culturas para a formação de biomassa, metabolismo celular e frutificação saudável.

Saturação por bases

É a relação entre a soma das bases trocáveis no solo e a Capacidade de Troca de Cátions (CTC) — que inclui cálcio (Ca²⁺), magnésio (Mg²⁺), potássio (K⁺), sódio (Na⁺) e outros cátions —, multiplicado por 100. Assim, quanto maior a saturação, maior será a quantidade de bases trocáveis disponíveis no solo.

Esse indicador reflete a fertilidade às cultivares, que evidencia sua capacidade em reter nutrientes essenciais para o crescimento das plantas. Além disso, ele também aponta um equilíbrio químico apropriado, onde as bases estão proporcionais aos cátions ácidos — como o alumínio (Al³⁺), que ajuda a prevenir a absorção excessiva desse componente nocivo devido às interações químicas com outros minerais.

Acidez potencial

De maneira geral, o pH do solo é uma medida que indica sua acidez ou alcalinidade e está diretamente relacionado com a disponibilidade de nutrientes para as plantas.

Em geral, as culturas se desenvolvem melhor em solo com pH entre 6,0 e 7,0. Valores abaixo desse intervalo resultam em solos ácidos, limitando o crescimento das plantas e a disponibilidade de nutrientes fundamentais, como cálcio, magnésio, fósforo e potássio.

Por fim, a acidez potencial é uma medida que avalia a quantidade de íons de hidrogênio (H+) presente no solo, os quais podem ser liberados e causar a acidificação. Ou seja, quanto maior a acidez potencial, mais elevado é o parâmetro de acidificação.

Alumínio trocável

Esse indicador de qualidade do solo é de extrema importância na verificação da acidez e do potencial tóxico do alumínio para as plantas.

Isso ocorre porque ele é um elemento químico presente em muitos solos brasileiros — geralmente, em formas que não estão disponíveis para as culturas. Entretanto, em solos ácidos, ele pode se tornar solúvel e tóxico para as raízes, inibindo seu crescimento e tendo um impacto negativo na produtividade.

Soma de bases

É um indicador valioso de qualidade, pois está associado à capacidade do solo em reter nutrientes e manter o equilíbrio químico essencial para o crescimento saudável das culturas.

Também é composta por íons carregados positivamente, como cálcio (Ca²⁺), magnésio (Mg²⁺), potássio (K⁺) e sódio (Na⁺), entre outros.

Potencial Hidrogeniônico (pH)

Esse indicador possibilita a avaliação do grau de acidez do solo. As práticas de cultivo, fertilização e manejo têm um impacto direto na variação do pH, e essa mudança afeta a quantidade de nutrientes minerais, micronutrientes e alumínio presentes e disponíveis no solo.

Os níveis de pH variam de 0 a 14, com 7 sendo considerado neutro. Com valores menores 7, considera-se solo ácido; acima de 7, alcalino.

Inclusive, os solos brasileiros, geralmente, são ligeiramente ácidos, e o intervalo ideal está entre 5,5 a 6,0 em água, ou entre 4,9 a 5,4 em CaCl₂ 0,01 M — nessa faixa, os nutrientes estão mais disponíveis.

Essa é uma regra geral, mas algumas plantas podem se adaptar a valores fora dessa faixa. Portanto, é fundamental realizar uma análise de solo específica para cada caso.

Qual é a sua importância na qualidade do solo?

Quando se tem conhecimento dos indicadores de qualidade do solo, é possível oferecer uma adubação mais precisa e eficiente. Além disso, com base neles, os agricultores podem tomar decisões estratégicas sobre o manejo do solo — como a escolha de culturas adequadas —, de acordo com a disponibilidade de nutrientes, para maior retorno financeiro e aplicação de tipos de fertilizantes que mais se adequam ao meio.

Como avaliar a qualidade do solo na lavoura?

Para se ter uma ideia, na última safra de grãos de 2022, o Brasil obteve um aumento de 6,7% na produção em relação ao mesmo período do ano passado— estimada em 272,5 milhões de toneladas. Para manter essa produtividade crescente, é imprescindível estar alinhado com bons cuidados no campo.

Afinal, apesar do vasto território brasileiro, é importante destacar que ele é um recurso limitado: a natureza só o repõe a uma taxa de 0,01 a 0,02 milímetros por ano, enquanto os danos à camada arável alcançam o patamar de 1,54 mm/ano. Portanto, os problemas de erosão causam mais perdas que a reposição natural.

Além de conhecer os parâmetros de qualidade do solo apontados anteriormente, separamos quatro dicas essenciais para você avaliar a sua lavoura com maior precisão. Confira!

Considere os indicadores físicos

Não podemos esquecer dos índices de densidade, porosidade e estabilidade dos agregados, bem como a interferência com maquinários. Isso porque esses fatores são necessários para que a raiz da planta consiga acessar água e oxigênio, que são fundamentais para o seu crescimento. Assim, é desejável que o solo apresente uma baixa resistência — isto é, não deve estar compactado.

Aprenda um pouco de química

Como você pôde perceber, o solo está intimamente ligado com a química e suas reações com a bioquímica e fisiologia vegetal. Afinal, esses são os pontos fundamentais que garantem o sucesso na produtividade agrícola.

Além disso, é importante entender como cada nutriente atua na cultura. Dessa forma, será possível interpretar a análise de solo da melhor maneira e com melhor autonomia.

Conheça os bioindicadores

Os bioindicadores se referem à biologia do solo, abrangendo desde os microrganismos — como fungos e suas relações simbióticas com hifas e micélios, nas quais favorecem um maior alcance do sistema radicular das plantas —, até seres macrobiológicos, como minhocas e demais insetos responsáveis pela aeração do meio.

Leve uma amostra ao laboratório

A análise do solo é o segredo para um melhor custo-benefício da sua lavoura. Isso porque o sucesso no emprego correto de adubos e calcário para fertilização depende da adequada coleta de amostras que representem a área cultivada.

Para que as análises sejam realizadas de maneira eficaz, é crucial realizar um plano de amostragem.

Ele consiste em dividir a propriedade em frações equivalentes, de acordo com a sua localização no relevo (pântanos, montes, encostas ou prados planos), a cor (alaranjada, amarelada, acinzentada ou negra), a textura (argilosa ou arenosa) e o método de tratamento (calagem, gessagem e demais métodos de adubação).

O que fazer quando a situação não for das melhores?

O lado bom é que, mesmo com o resultado não sendo promissor, você já terá um direcionamento sobre o que precisará ser corrigido, podendo entrar com uma ação eficaz.

Dessa forma, com base no diagnóstico da análise, recomenda-se ao agricultor a aplicação responsável de adubos e corretivos, que contribui para um aumento na produção e rentabilidade, assim como mantém um cuidado integral com o ecossistema.

Se o resultado for um solo ácido, por exemplo, será necessário realizar a calagem com maquinários bem preparados e lubrificados, pois ele elevará os teores de cálcio e magnésio, além de neutralizar o alumínio. Afinal, esse componente é bastante tóxico e responsável por prejudicar o desenvolvimento das plantas — especialmente, devido ao atrofiamento do sistema radicular.

Como manter a qualidade do solo?

Separamos os principais pontos sobre como manter a qualidade do solo da sua lavoura. Acompanhe!

Preparo da área de plantio

O preparo adequado da área de plantio é o primeiro passo para manter a qualidade do solo. Evite práticas que levem à erosão, como aração intensa em áreas inclinadas, pois isso pode comprometer a estrutura do solo e causar a perda de nutrientes essenciais.

Opte por técnicas de manejo conservacionistas, como o plantio em curvas de nível, que reduzem o escoamento da água e conservam a camada superficial.

Plantio direto

O sistema de plantio direto é uma técnica que promove a manutenção da qualidade do solo ao evitar o revolvimento intensivo da terra. Nesse sistema, os restos culturais são deixados na superfície, formando uma cobertura orgânica que protege contra a erosão e mantém a umidade. Isso estimula a atividade microbiana e eleva a matéria orgânica, enriquecendo o meio em nutrientes ao longo do tempo.

Rotação de culturas

A rotação de culturas é uma prática valiosa para manter a fertilidade do solo. Ao alternar diferentes culturas em uma mesma área, evitamos o esgotamento de nutrientes específicos, além de reduzir o risco de pragas e doenças associadas a monoculturas.

Além disso, culturas com diferentes sistemas radiculares também contribuem para melhorar a estrutura do solo, o que aumenta a sua capacidade de retenção de água e nutrientes.

Gessagem — cálcio e enxofre

A gessagem, assim como a calagem, também é uma técnica que visa corrigir problemas de acidez do solo em camadas mais profundas (entre 20 e 60cm de profundidade), principalmente em regiões onde o cálcio e o enxofre são deficientes. Inclusive, esses nutrientes são essenciais para o crescimento das plantas e desempenham papéis importantes na estruturação do solo.

Ao realizar as análises de solo, é possível identificar a necessidade desses elementos e aplicá-los de forma adequada para melhorar a qualidade do campo cultivável.

Adubação de nutrientes especiais

Em alguns casos, certas culturas podem ter necessidades específicas. A adubação com nutrientes especiais, como os micronutrientes (ferro, zinco e manganês, entre outros), pode ser essencial para corrigir deficiências e manter a saúde das plantas em seu máximo potencial.

Minhocultura

A criação de minhocas (minhocultura) é uma estratégia interessante para melhorar a qualidade do solo. Elas são responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, transformando-a em húmus — um material riquíssimo em nutrientes para as plantas, que aumenta a fertilidade do solo, promove a aeração e melhora a sua estrutura.

Túneis

Em cultivos protegidos sob túneis, a qualidade do solo pode ser mantida de forma mais controlada. Esse ambiente protege contra a erosão causada por chuvas intensas, além de contribuir para a manutenção da temperatura e umidade ideais para as plantas. Isso permite um manejo mais eficiente dos nutrientes e maior produtividade das culturas.

Esse foi o nosso guia completo sobre como avaliar a qualidade do solo da melhor forma. Tome as dicas como nota e lembre-se de que para manter os parâmetros, é preciso realizar procedimentos sustentáveis — especialmente com rotação de culturas, plantio direto e bom planejamento da área.

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4 Comentários

  1. Otimo arquivo!!
    Preciso e direto..

    1. Otávio, muito obrigado pelo seu retorno e por os acompanhar.
      Toda semana temos conteúdo novo.

  2. Muito obrigado. Compartilhar essas informações só traz benefícios para nossa grande vocação o agronegócio.

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