Prevenção de acidentes: como garantir a segurança na lavoura?

Prevenção de acidentes: como garantir a segurança na lavoura?

Assim como em várias outras profissões, a segurança de prevenção de acidentes é fundamental para os trabalhadores do campo. Apesar de a legislação fazer várias exigências, muitos são os estabelecimentos que descumprem as regras.

Durante uma fiscalização em apenas uma usina de açúcar e álcool, realizada em junho de 2018, 2.604 trabalhadores foram encontrados em situação irregular. Além disso, o Ministério do Trabalho teve que emitir 112 autos de infração nesse caso.

Se ampliarmos esse cenário para outros setores do meio agropecuário e para o Brasil todo, dá para ter uma ideia do tamanho do problema. O ponto positivo é que você pode mudar essa situação na sua propriedade e evitar que acidentes aconteçam. De quebra, você vai melhorar a situação da lavoura e alcançar vários benefícios que se traduzem em vantagens financeiras.

Para que você entenda melhor esse contexto, criamos este post com as principais informações sobre a segurança referente à prevenção de acidentes. Quer saber mais? Então, acompanhe!

Como garantir a segurança dos colaboradores?

O acidente de trabalho rural é uma grande preocupação no meio agrícola. Somente em relação às mortes em silos de grãos, o total foi de 24 em 2017; até julho de 2018 já havia ocorrido 13 acidentes fatais.

Afinal, qual é o conceito de acidente de trabalho rural? É qualquer evento inesperado que acontece enquanto o indivíduo está em serviço. Já a doença profissional — que também está incluída na segurança dos colaboradores — é derivada da atividade exercida devido à exposição de agentes agressivos.

Qualquer um dos casos pode ser prevenido. Quando isso não acontece, o resultado é um alto custo relativo a tratamento médico, perdas de produção, indenizações, danos ao maquinário, atrasos, entre outros. Diante desse cenário, é imprescindível conhecer os riscos associados à profissão.

Quais são os principais riscos?

Eles geram perturbação funcional ou lesão corporal, tanto de modo permanente quanto temporário. Em alguns casos, levam à morte ou à diminuição da capacidade de desempenho da função. Confira, nos próximos tópicos, quais são os principais riscos que surgem no campo.

Químicos

Os defensivos agrícolas e os fertilizantes são essenciais para uma boa produção na lavoura, mas requerem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para evitar danos à boca, nariz, olhos e pele.

Físicos

Esse problema é derivado da exposição excessiva ao sol, que leva a síncopes, cãibras e até câncer de pele. Portanto, os colaboradores devem se manter hidratados e protegidos contra os raios solares.

Mecânicos

As causas mais comuns são implementos agrícolas, máquinas e ferramentas. No entanto, o uso de animais também gera riscos mecânicos.

Biológicos

Esses riscos são decorrentes da exposição do trabalhador a animais peçonhentos, partículas de grãos armazenados, agentes infecciosos, detritos de origem animal e pólen.

Organizacionais

O problema surge pelo ritmo intenso e desorganização do trabalho. A tensão gera dores musculares e disfunções graves, como as lesões por esforço repetitivo (LER) e doenças osteomusculares.

A partir da identificação dos riscos aos quais os trabalhadores rurais estão expostos, é possível determinar as ações que contribuem para a prevenção desses cenários. Algumas das estratégias utilizadas nesse sentido são:

  • supervisão dos colaboradores;
  • oferta de condições adequadas de trabalho para eliminar irregularidades técnicas, defeitos constantes e outros fatores que prejudicam a segurança dos funcionários;
  • realização de treinamentos para que os trabalhadores saibam como executar suas tarefas;
  • proteção contra raios solares e uso de outros EPIs para evitar riscos;
  • garantia de transporte apropriado;
  • oferecimento de abrigos para proteção contra tempestades.

Perceba que a ideia é implementar um conjunto de medidas que inclui ações de higienização, segurança e medicina do trabalho. Essas regras são similares às exigidas para os demais setores. A dificuldade no campo está na supervisão. Por isso, é mais complexo coordenar as ações e fazer a vigilância de medidas de prevenção.

Quais são as principais causas de acidentes?

Em muitos casos, os acidentes de trabalho na lavoura podem ser eliminados ou, pelo menos, mitigados. Veja, a seguir, quais são as principais causas desses eventos.

Condições inseguras

O defeito ou a falta de equipamentos e dispositivos de preservação, as irregularidades técnicas e as más condições do meio de trabalho compõem esse tipo de risco. Alguns exemplos são as ferramentas manuais inadequadas, a ausência de proteção em roldanas e engrenagens, e a inexistência de cabine ou chassi de segurança nos tratores.

Comportamento inadequado

A conduta do colaborador nem sempre contribui para a segurança. Muitas vezes, ele tem um excesso de confiança por realizar a mesma tarefa há muitos anos — postura que o expõe ao perigo. É o caso do excesso de velocidade com os veículos e as máquinas, da alteração das finalidades dos dispositivos de segurança e do ato de trabalhar com chinelos ou descalço.

Limitações pessoais

Os fatores pessoais também geram riscos ao indivíduo. Estão incluídos nessa categoria:

  • problemas de saúde;
  • questões de ordem fisiológica, como surdez, deficiência visual ou epilepsia;
  • condições psicológicas e emocionais, como falta de motivação para o trabalho devido a atritos pessoais;
  • limitações de raciocínio, habilidade e inteligência.

Quais são as principais obrigações legais?

Nesse contexto, foram aprovadas, em junho de 1978, as Normas Regulamentadoras (NRs) da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Elas estabelecem as diretrizes a serem seguidas em relação à segurança e à medicina do trabalho. Já em dezembro de 1994, foram reformuladas as NRs 7 (dos exames médicos) e 9 (dos riscos ambientais).

Essa movimentação originou o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Além disso, a NR 31 também é importante para o colaborador que trabalha no campo. Entenda!

PCMSO

Implementado por meio da NR 7, faz parte de um grande grupo de iniciativas relacionadas à saúde dos trabalhadores. Seu objetivo é detectar qualquer desvio; isso deve ser feito com base em um planejamento das ações a serem executadas durante o ano.

O documento também precisa ser revisado a cada 12 meses. Sua execução é feita por um médico do trabalho, que realiza exames demissionais, admissionais, de mudança de cargo e retorno às atividades.

PPRA

Criado pela NR 9, visa à implementação de uma metodologia que preserve a saúde e a integridade dos trabalhadores. A responsabilidade é de um engenheiro ou técnico de segurança do trabalho, porque as ações objetivam diminuir os riscos e as ocorrências a partir da proteção dos recursos naturais e do meio ambiente.

Dentro desse programa, as condições insalubres devem ser identificadas com base nos limites de tolerância da lei. A elas deve ser acrescentado um percentual de 10%, 20% ou 40%, de acordo com o nível de exposição mínimo, médio ou máximo, respectivamente.

NR 31

O foco dessa NR é a segurança e a saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, aquicultura e exploração florestal. Por isso, é a norma principal para o trabalho no campo. O objetivo é que o empregador ofereça condições seguras de atuação, com base nas avaliações de riscos e criação de medidas de proteção necessárias.

A NR 31 também apresenta o Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Rural (SESTR). Em termos gerais, essa norma determina que os riscos devem ser identificados e, posteriormente, eliminados, com supervisão da eficácia das medidas adotadas.

Entre as medidas de segurança implementadas pela NR 31 estão as referentes aos seguintes aspectos:

  • meio ambiente e resíduos;
  • ferramentas manuais;
  • defensivos químicos;
  • segurança no trabalho em máquinas e implementos agrícolas;
  • transporte dos trabalhadores;
  • silos;
  • secadores;
  • edificações rurais;
  • fatores climáticos e topográficos
  • acessos e vias de circulação.

Além disso, a NR 31 determina a obrigatoriedade dos EPIs para o meio rural. São eles:

  • protetores faciais;
  • óculos de segurança;
  • protetores auriculares;
  • luvas de segurança;
  • respiradores de filtros mecânicos, combinados ou químicos;
  • mangas;
  • perneiras;
  • calçados de segurança;
  • aventais;
  • macacões;
  • jaquetas e capas;
  • coletes ou faixas de sinalização;
  • vestimentas especiais.

Com essas orientações da legislação, começa a ficar mais claro de que maneira é possível fazer uma boa administração rural, certo? No entanto, ainda existem outros aspectos a considerar, como veremos a partir de agora.

Quais são as principais ferramentas e os equipamentos necessários?

Os EPIs são fundamentais para a segurança do homem nas atividades do campo. Já as máquinas e os implementos agrícolas contribuem para a redução de custos e implementação da tecnologia na lavoura.

Essas duas categorias precisam ser analisadas separadamente para entendermos exatamente como utilizar esses recursos e garantir o máximo de segurança para os colaboradores.

EPIs

Como você viu, a legislação determina o uso de equipamentos adequados. E eles não são apenas auxiliares na segurança da prevenção de acidentes; eles são fundamentais para a proteção da saúde e da vida do trabalhador. Por isso, é necessário usar EPIs de boa qualidade, manter os pulverizadores calibrados e sem vazamentos, e aplicar os defensivos agrícolas em condições favoráveis do clima.

Além disso, é preciso cuidar da segurança alimentar. Isso significa aproveitar ao máximo os alimentos produzidos e consumidos, assim como fazer o manejo sustentável da produção. Os EPIs ajudam nessa questão porque reduzem ou eliminam as chances de contaminação.

Os trabalhadores rurais ainda devem seguir outras recomendações, como não fumar, não beber, não comer e não tocar objetos pessoais com a luva contaminada. Também é necessário proteger os olhos para evitar qualquer tipo de prejuízo à saúde.

Nesse caso, os principais equipamentos a serem utilizados são:

  • luvas de neoprene ou nitrílicas: protegem as mãos de contaminações e são exigidas durante o manuseio do produto;
  • avental: deve ser usado na parte da frente do corpo para o preparo da calda; durante a aplicação com pulverizador costal, deve ser utilizado na parte posterior do corpo, para evitar a contaminação e diminuir o atrito;
  • botas: precisam ser fabricadas em PVC, para impedir a absorção dos defensivos agrícolas. O ideal é usá-las por dentro das calças;
  • roupas: devem ser fabricadas com tratamento hidrorrepelente, para trazer mais conforto térmico e segurança. Os braços e as pernas podem ser impermeáveis, a fim de preservar ainda mais o trabalhador.

Lembre-se de que esses aspectos são obrigatórios, conforme determina a legislação, e que os EPIs devem ser de boa qualidade e durabilidade; portanto, para colocar em primeiro lugar a preservação da saúde do colaborador, priorize o melhor custo-benefício em vez do preço.

Ferramentas

Os instrumentos utilizados podem ser manuais ou automatizados. Os primeiros não costumam representar riscos de acidentes graves. Ainda assim, podem gerar incapacidade permanente ou temporária. Por sua vez, as ferramentas manuais portáteis que são mecânicas ou motorizadas, como as motosserras, já causaram até mortes. Por isso, requerem atenção maior para evitar avarias e transtornos.

Os acidentes de trabalho mais comuns são: dilacerações, cortes e contusões. Se tratados rapidamente, esses ferimentos são simples de serem solucionados. Porém, caso os procedimentos sejam ignorados, pode haver infecção e agravamento do quadro.

As recomendações com relação às ferramentas utilizadas (que variam de acordo com a função exercida) são:

  • transporte as ferramentas manuais do modo apropriado; nunca as deixe espalhadas ou soltas nas carrocerias ou cabines dos caminhões;
  • utilize estojo protetor ou bainhas para os itens que exigirem esse cuidado, como foices, machados, facões etc.;
  • mantenha os instrumentos em condições adequadas; por exemplo, os cortantes precisam estar afiados para evitar o esforço extra do colaborador e preservar as boas condições de uso;
  • deixe as ferramentas em locais seguros e que não ofereçam perigo;
  • utilize os EPIs necessários, como perneiras, botas ou luvas;
  • fique longe de outros colaboradores para impedir que um atinja o outro durante a movimentação das ferramentas;
  • em vez de jogar, entregue o objeto na mão do colega.

Entre as ferramentas essenciais para a lida na área rural é possível destacar: carrinho de mão, enxada, foice, lampião, bota, martelo de unha, pulverizador, serrote, trena e tenaz para ferradura.

Em relação a máquinas e implementos agrícolas, os mais usados são: geradores de energia; perfurador de solo, motocultivador (tratorito), bomba d’água e propulsora de graxa.

Como a tecnologia pode auxiliar?

Os dispositivos tecnológicos criam um cenário diferenciado para o meio rural. A agricultura de precisão foi desenvolvida a partir da adoção do digital — por isso, vai além da mecanização. A ideia, nesse caso, é conectar equipamentos a softwares para coletar dados sobre a lavoura, o clima e o solo com o propósito de alcançar mais eficiência na atividade.

Porém, a tecnologia também é capaz de contribuir para a segurança de prevenção de acidentes. Por meio de algumas alternativas, você consegue gerenciar o equipamento a distância e ter mais precisão nas ações realizadas, duas medidas que colaboram para garantir a segurança do trabalhador.

Barra de luzes

Ela funciona como um computador de bordo que indica, por meio de luzes, se o veículo se movimenta conforme o que foi determinado ou se há algum desalinhamento. Essa verificação é feita por GPS.

A barra de luzes é muito utilizada para a pulverização e outras atividades que exigem precisão. Assim, há um aumento da segurança alimentar e da proteção da saúde do colaborador. De quebra, essa tecnologia pode ser complementada com o piloto automático, que também depende do GPS ou de outras tecnologias para funcionar.

Piloto automático

O princípio é utilizar o georreferenciamento, os sensores, as válvulas eletro-hidráulicas e/ou o acelerômetro para automatizar as máquinas e garantir seu funcionamento sem a necessidade de intervenção humana direta. Para o produtor, além do aumento da janela de plantio, isso representa a segurança e a prevenção de acidentes.

O piloto automático ainda é uma maneira eficiente de realizar ações precisas, especialmente quando se trata da aplicação de defensivos agrícolas e de reduzir custos por meio da redução de repasses e falhas.

Sensores

Os sensores fazem parte das tecnologias da agricultura de precisão que auxiliam a diminuir os acidentes no campo. Sua função principal é coletar informações do ambiente e gerar dados sobre diferentes fatores a serem analisados, como altura, velocidade dos ventos, temperatura, umidade do ar e variabilidade do solo.

Por meio dessa capacidade, identificam as melhores formas de otimizar a lavoura e proteger a saúde do colaborador. Por exemplo: por meio dos sensores de altura, você analisa a topografia do terreno e, a partir disso, ajusta as barras dos pulverizadores automaticamente, sem a necessidade do operador.

Esse recurso já contribui para a prevenção de acidentes, mas o fato de a máquina estar adaptada ao terreno irregular é essencial para impedir capotamentos de máquinas. Essa é a principal ocorrência de acidente no campo, que chega a 60% dos eventos, conforme dados do Laboratório de Investigação de Acidentes com Máquinas Agrícolas (LIMA).

Veículo autônomo

Esse tipo de máquina funciona sem intervenção humana direta, mas é uma tecnologia mais complexa que a do piloto automático. Esses veículos têm plena autonomia e sua operação acontece de forma remota. Dessa forma, um colaborador supervisiona vários deles ao mesmo tempo.

Mais do que eficiência, os veículos autônomos oferecem muita segurança. Devido à tecnologia inteligente embarcada em câmeras e sensores, eles identificam pessoas, animais, objetos e qualquer outro elemento. Isso reduz significativamente a chance de acidentes, principalmente se comparado a um trator operado pelo colaborador, que está limitado à visão e à audição.

Outro benefício é a interrupção das atividades ao apertar um botão de emergência, que pode ser utilizado assim que qualquer condição inesperada surgir. Essa tecnologia já chegou, inclusive, aos pulverizadores, diminuindo a ocorrência de doenças causadas pelos defensivos químicos.

Qual é a importância da manutenção das máquinas agrícolas na prevenção de acidentes?

A manutenção das máquinas e dos implementos agrícolas é essencial para prevenir acidentes e garantir a segurança do trabalhador. O profissional deve ser habilitado para operar o instrumento, além de participar de treinamentos e capacitações para extrair o potencial máximo dos equipamentos. No entanto, também é necessário assegurar boas condições de funcionamento.

Para isso, é preciso fazer a manutenção. Esse é o processo que garante segurança e confiabilidade. Afinal, equipamentos em dia têm probabilidade menor de se comportar de forma imprevisível ou fora de padrão. A diminuição de falhas também é significativa.

Existem quatro formatos de manutenção.

Manutenção corretiva

Sua função é corrigir ou restaurar o funcionamento do equipamento após sua falha ou quebra. Pode ser:

  • planejada, ao verificar que a máquina deixou de trabalhar como deveria;
  • não planejada, depois da interrupção das atividades.

Ambas envolvem custos elevados e geram prejuízos à empresa por paralisar o ritmo produtivo e causar acidentes ou problemas com a qualidade.

Manutenção preventiva

O propósito é diminuir ou impedir a falha ou a quebra da máquina. É a manutenção mais barata e a que reduz os riscos de acidentes. Além disso, evita desperdícios e problemas com a qualidade.

Manutenção preditiva

A finalidade é assinalar as condições atuais de funcionamento dos equipamentos, a partir de dados que comprovem seu desgaste ou degradação. As correções ocorrem somente quando necessário, a partir das indicações do fabricante ou devido a danos nas máquinas. É um modelo aliado com a manutenção planejada.

Manutenção produtiva total

Nesse formato, os colaboradores precisam tratar do assunto conjuntamente. É uma evolução da manutenção corretiva para a preventiva, e está embasada nos 5S. Por isso, tem como metas:

  • aperfeiçoar a eficácia dos equipamentos;
  • fomentar a manutenção autônoma;
  • planejar as manutenções;
  • capacitar os colaboradores habilitados a manusear as máquinas;
  • gerenciar os equipamentos.

Depois de conhecer os quatro modelos de manutenção, saiba que o ideal é investir na manutenção preventiva, que gera menos custos e é mais eficiente com relação à prevenção de acidentes. Uma programação precisa ser elaborada para evitar problemas nos equipamentos utilizados e garantir que os profissionais envolvidos se mantenham preservados.

Lembre-se, ainda, de fazer uma boa gestão de estoque. Qualquer tipo de manutenção requer peças e outros itens de reposição. Ao planejar as ações preventivas, você consegue programar os elementos necessários para esses procedimentos. Dessa forma, evita custos desnecessários e repentinos, que prejudicam a sua administração rural.

Como você pôde perceber, a segurança de prevenção de acidentes é o primeiro passo para garantir uma boa gestão e assegurar as melhorias necessárias. Essa prática precisa ser adotada agora mesmo, mas isso depende de ações específicas, como mostramos ao longo deste post. Por isso, busque implementos e insumos agrícolas de qualidade, que valorizem o custo-benefício. O resultado será a eficiência das ações e a diminuição dos eventos negativos.

E você, já executa algumas dessas ações na gestão das suas propriedades rurais? Assine a nossa newsletter para conferir outras dicas importantes. É só fazer seu cadastro para receber os melhores conteúdos no seu e-mail!

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